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Segredo! Globo toma decisão radical para evitar o vazamento do fim de Vale Tudo

A Globo quer impedir que o que vai acontecer no final de Vale Tudo seja descoberto antes de ser veiculado na TV

11 set 2025 - 21h13
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A TV Globo já bateu o martelo e o último capítulo de Vale Tudo vai ao ar no dia 17 de outubro. A produção do enredo das 21h de Manuela Dias está trabalhando para que não vaze de maneira nenhuma vários desfechos da obra.

Manuela Dias, autora de Vale Tudo, e Raquel (Taís Araujo) (Reprodução/TV Cultura/TV Globo)
Manuela Dias, autora de Vale Tudo, e Raquel (Taís Araujo) (Reprodução/TV Cultura/TV Globo)
Foto: Contigo

De acordo com o Notícias da TV, alguns nomes do elenco passaram a receber somente o texto de seus personagens, sem o restante dos capítulos. Em alguns casos, o material é entregue pouco tempo antes da gravação, somente para os profissionais conseguirem decorar.

Marco Aurélio (Alexandre Nero), Maria de Fátima (Bella Campos) e Ivan (Renato Góes) são os papéis que mais possuem mistério sobre como será o final, além de Odete (Debora Bloch), que será assassinada no capítulo que vai ser exibido no dia 6 de outubro, uma segunda-feira.

Outra conclusão muito aguardada é a de Leonardo (Guilherme Magon). O herdeiro da dona da TCA está com sequelas após um acidente de carro e a matriarca o esconde, já que todos pensam que ele morreu durante a fatalidade.

Existe a possibilidade do irmão gêmeo de Heleninha (Paolla Oliveira) estar na verdade saudável e armando contra a mãe com a ajuda de Ana Clara (Samantha Jones), neta de Nise (Teca Pereira) que assumiu a função de cuidar do moreno.

MANUELA DIAS AVALIA DESEMPENHO DE PAOLLA OLIVEIRA COMO HELENINHA DE VALE TUDO

Manuela Dias, autora de Vale Tudo, foi entrevistada pela revista Veja e falou do desempenho de Paolla Oliveira como a Heleninha da novela. "Eu acho brilhante o trabalho da Paolla. Acho que ela conquistou esse papel, ela quis esse papel", destacou a escritora.

"Acho que é um papel muito incômodo, é um papel que nos anos 80 era engraçado a pessoa beber. A gente ria, 'toca um mambo, era uma pinguça', e hoje em dia, uma das coisas que mudaram é a compreensão sobre o que é o alcoolismo. E o alcoolismo realmente é uma doença. Isso é uma percepção que não estava estabelecida cientificamente em 88", avaliou a novelista.

"Então é muito diferente mesmo, Heleninha é um personagem que provoca muita identificação, a gente vê isso nas pesquisas. Acho que é uma questão que muitas pessoas vivem de perto nas suas famílias, pessoas que sofrem de alcoolismo e que são alcoolistas. Para mim é realmente uma honra, esse elenco é um privilégio muito grande", concluiu Manuela.

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