Escândalo! Mariana Ximenes vai ter romance picante com o filho do marido em novela das 21h
Mariana Ximenes vai viver mulher que tem caso com o filho do marido em novela das 21h
Longe das novelas desde Mania de Você (2024), Mariana Ximenes foi escalada para Quem Ama Cuida, novela das 21h de Walcyr Carrasco e Claudia Souto que estreia em maio, entrando no lugar de Três Graças. A estrela viverá uma personagem que causará polêmica.
De acordo com a coluna Play, do jornal O Globo, a artista será Lúcia, mulher que viverá um romance picante com o enteado, Lucas (Henrique Barreira). Ademir, esposo de Lúcia, deve ser vivido por Dan Stulbach, que está nas negociações finais com a TV Globo.
Henrique vai conciliar as gravações do enredo com as da segunda temporada de Os Donos do Jogo, série da Netflix sobre o jogo do bicho no Rio de Janeiro onde ele vive o Santiago. Vale destacar que Mariana tem 44 anos e Barreira 24, ou seja, uma diferença de 20 anos.
ELENCO
Letícia Colin, Antonio Fagundes, Chay Suede, Isabel Teixeira, Agatha Moreira, Tatá Werneck, Tony Ramos, Flávia Alessandra, Isabela Garcia, Agatha Moreira, Eduardo Sterblitch, Jeniffer Nascimento, Alexandre Borges, Deborah Evelyn, Renato Góes e Belize Pombal também estão no elenco.
MARIANA XIMENES FALA SOBRE A CARREIRA
Entrevistada pela revista Marie Claire, Mariana Ximenes foi questionada sobre a possibilidade de fazer trabalhos no exterior. "Se pintar uma carreira internacional… Mas o que quero mesmo é contar boas histórias, histórias do meu país", afirmou a famosa.
"Quero poder viver brasileiras e O Agente Secreto é um filme brasileiro, assim como o Ainda Estou Aqui. São personagens brasileiros. Quero poder contar a história do meu país com todas as línguas que ele tem. O Brasil é muito diverso, tem muitos sotaques, do Rio Grande do Norte ao Acre", destacou a artista.
DESEJO
"Meu desejo é contar boas histórias de mulheres brasileiras e temos muitas realizadoras potentes. Quando fui para o Festival de Cannes, com O Grande Circo Místico, participamos de uma passeata organizada pela Cate Blanchett por mais mulheres no audiovisual. Éramos 80. Ela já estava reivindicando isso lá. Foi muito forte e simbólico. É importante cada vez mais darmos as mãos e espaço para procurar [novas vozes femininas]. Estou nessa comunhão e é isso que quero contar", finalizou Mariana.