Dia do Padre: veja quem já vestiu a batina nas telas
Nicola Siri, Murilo Rosa, Lázaro Ramos, Matheus Nachtergaele e Nuno Leal Maia são alguns atores que já vestiram a batina na TV brasileira. No Dia do Padre, celebrado nesta terça-feira (4), o Terra fez uma lista dos padres da ficção, sejam eles defensores de uma causa, fingidores ou que largaram a vocação por um amor. Confira:
Os apaixonados:
Padre Pedro (Nicola Siri) - Mulheres Apaixonadas (Globo, 2003)
A socialite mimada Estella (Lavínia Vlasak) passou a novela toda tentando conquistar o charmoso padre. Ela insiste tanto que o religioso larga a batina e decide morar com ela no fim da trama. Mas, para isso, ela teve que se desfazer de todos os seus bens materiais.
Padre Miguel (Murilo Rosa) - Desejo Proibido (Globo, 2007)
Na trama que se passou na década de 30, padre Miguel é convidado pelo padrinho, o padre Inácio (Marcos Caruso) para ir à cidade de Passaperto. Lá, ele conhece Laura (Fernanda Vasconcellos), por quem se apaixona. Ele resolve deixar de seguir a sua vocação para viver uma grande história de amor.
Padre José Maria (Kadu Moliterno) - Memorial de Maria Moura (Globo, 1994)
O padre não resiste às investidas da beata Bela (Bia Seidl) e vive uma história de amor proibido, no interior do Brasil, no século XIX. José Maria passa por um pecado de culpa e a intensa paixão termina em tragédia.
Os falsos:
Padre Jurandir (Nuno Leal Maia) - Vamp (Globo, 1991)
O bandido Jurandir fingiu ser padre ao chegar à cidade de Armação dos Anjos, litoral do Rio de Janeiro. Na verdade, ele estava se escondendo de Cachorrão (Paulo Gracindo), um líder de marginais que Jurandir assaltou por engano. Na cidade, ele conquista a garotada e recebe o apelido de Padre Garotão. A batina também é um pretexto para ele namorar Marina (Vera Zimmermann) escondido.
Padre Masetto (Lázaro Ramos) - Decamerão (Globo, 2009)
O falso padre Masetto mantém um romance às escondidas com Monna (Deborah Secco), uma criada que, para herdar a riqueza de seu ex-patrão, Spininellochio (Tonico Pereira), casa-se com seu filho, Tofano (Matheus Nachtargaele).
Os dúbios:
Padre Bento (Carlos Vereza) - Paraíso (Globo, 2009)
Pároco, confessor, conselheiro e, nas horas vagas, jogador de sinuca. Mas ele não sente remorso de dar suas escapas, já que todo o dinheiro que consegue no jogo usa para tocar obras da igreja.
Padre Hipólito (Paulo Gracindo) - Roque Santeiro (Globo, 1986)
Na cidade fictícia Asa Branca, o padre é uma figura supostamente conservadora. Se por um lado ele condena as prostitutas, por outro ele engana o povo tentando encobrir o fato de que Roque Santeiro (José Wilker) está vivo, já que este teria morrido como mártir defendendo a cidade do bandido Navalhada (Oswaldo Loureiro).
Os políticos:
Padre Lívio (Jackson Costa) - Renascer (Globo, 1990)
O padre se apaixonou pela sensual Joaninha e trouxe à tona a discussão sobre o celibato religioso e a corrupção política no Brasil. Ele discursava a favor da reforma agrária, questionava os governos militares e debatia sobre um possível fechamento do Congresso Nacional.
Padre Miguel (Matheus Nachtergaele) - A Muralha (Globo, 2000)
Padre Miguel é um jovem idealista e verdadeiramente crente de sua missão: evangelizar o gentio. Mas, em seu caminho, ele se apaixona pela índia Moatira (Maria Maya), que o faz rever seus conceitos e acreditar que o caminho cultural traçado pelos indígenas não era errado, mas diferente.
Padre Agnaldo (Emiliano Queiroz) - Eterna Magia (Globo, 2007)
Padre Agnaldo (Emiliano Queiroz) é um homem de mentalidade bastante estreita, que protege com unhas e dentes a cidade de Serrania. Ele com o tempo, ele acaba sucedido na paróquia por padre Zuza (Maurício Gonçalves), homem de ideias mais liberais.
Os queridos:
Padre Francisco - Malhação (Globo, 1997)
O professor de jiu-jitsu Francisco (Thiago Picchi) encantava as garotas da academia Malhação, mas não cedia a nenhuma investida das alunas. Todos achavam que era gay, mas, na verdade, ele era padre.
Padre José (Antônio Calloni) - Amazônia (Globo, 2006)
Personagem inspirado numa figura real e muito querida por todo o Acre: o padre José. Muito humano, faz partos, distribui remédios e conselhos. Adora caçar, pescar e é conhecido pelo excesso de imaginação, que o leva a contar histórias mirabolantes para o deleite dos seringueiros e de quem o escuta.