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Cinco razões para continuar a ver TV aberta em 2020

Infinidade de opções nos canais pagos e serviços de streaming não anula boas atrações das grandes redes

6 jan 2020
13h05
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Cinco razões para continuar a ver TV aberta em 2020
Cinco razões para continuar a ver TV aberta em 2020
Foto: Reprodução

Em setembro de 2020, a televisão brasileira completa 70 anos. A primeira emissora a transmitir foi a Tupi. Funcionou até 1980, quando teve a concessão cassada por conta de dívidas. Nessas sete décadas, a TV se tornou o veículo de comunicação mais influente do País. Está presente em 97% dos 71 milhões de domicílios.

Nos últimos anos, o reinado da televisão de sinal aberto passou a ser ameaçado pela expansão dos canais pagos, a popularização dos serviços de streaming e o conteúdo da internet. Mesmo assim, a TV mantém a preferência dos anunciantes e da maioria do público.

O blog selecionou bons motivos para continuar a sintonizar a velha TV aberta:

Cobertura esportiva - Assistir a uma competição pela TV ainda é um enorme prazer a quem não pode estar no evento. Além do extenso calendário de campeonatos de futebol masculino e feminino, entre outras modalidades, teremos os Jogos Olímpicos de Tóquio, entre o final de julho e o início de agosto. Pela Globo será possível acompanhar vários momentos da Olímpiada ao vivo.

Novo olhar feminino às 21h - A teledramaturgia da Globo passa por um processo de renovação. Autores estreiam na principal faixa de novelas da emissora. Recentemente, Manuela Dias se lançou com Amor de Mãe. Em maio, Lícia Manzo –elogiada por suas tramas realistas às 18h – vai apresentar Em Seu Lugar, folhetim em torno da troca de identidade de irmãos gêmeos vividos por Cauã Reymond. As duas novatas se juntam à única mulher titular entre os autores das 9 da noite, a veterana Gloria Perez.

A busca por nova façanha bíblica - Fenômeno de audiência e com boas críticas, a produção Os Dez Mandamentos superou a Globo no Ibope e fez a teledramaturgia da RecordTV atingir popularidade inédita. Isso foi em 2015. Novelas seguintes – algumas baseadas em textos bíblicos, outras em tramas originais – não conseguiram resultado semelhante. O desempenho frustrante da maioria desses folhetins fez o canal novamente perder fôlego na guerra contra a Globo. Em abril, a emissora lança Gênesis, que contará a história de Deus e da humanidade a partir da criação de Adão e Eva. A premissa interessante suscita alta expectativa. Pode ser a retomada de sucesso que a ficção da RecordTV tanto precisa.

O tudo ou nada para os shows de realidade - A mesmice nos formatos de reality e talent shows afasta o público e frustra os patrocinadores. Os números de audiência batem recordes negativos. Foi o que aconteceu com A Fazenda 11, Big Brother Brasil 19, MasterChef Brasil 6 e MasterChef: A Revanche. Os campeões de Ibope estão em crise. De olho no alto faturamento, as emissoras vão tentar salvá-los. A Globo promete pequena revolução com o BBB20. RecordTV e Band também tentarão reabilitar suas atrações do gênero. Resta descobrir se o telespectador está disposto a dar nova chance a esses programas. As edições de 2020 serão decisivas para a sobrevivência ou o cancelamento gradual desse tipo de atração.

Voto a voto na tela da TV - Duas eleições vão pautar o telejornalismo este ano. O pleito municipal no Brasil e a corrida à Casa Branca nos Estados Unidos. Todos os canais darão amplo espaço às campanhas e, depois, farão o tradicional show de análises durante a apuração. Serão meses interessantes na TV a quem gosta de política e jornalismo opinativo.

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