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Bárbara Paz traz à tona outros alcoólatras de novelas

28 set 2009 - 07h36
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NATALIA VON KORSCH
Rio de Janeiro

A cada novela, Manoel Carlos se reinventa para falar de um tema que afeta muitos brasileiros: o alcoolismo. "O álcool é vendido nos supermercados, ao contrário da cocaína. É uma praga no mundo inteiro", avalia o autor, que, em Viver a Vida, emplaca na sua galeria de alcoólatras famosos mais um personagem bebum, Renata, vivida por Bárbara Paz.

Dessa vez, Maneco tratou o tema pelo lado da anorexia alcoólica. A personagem chega a parar de se alimentar para beber, mas a atriz garante que bebe pouco, praticamente só vinho: "Meu pai morreu de cirrose quando eu tinha 6 anos. Eu só bebo socialmente".

Seja através de Santana, vivida por Vera Holtz, que bebia até perfume para saciar seu vício, em Páginas da Vida, de 2006, ou de Orestes (Paulo José), de Por Amor, que em 1997 comovia o telespectador com suas promessas de parar de beber para a filha, de dose em dose, os bêbados de Maneco conseguem conscientizar a população para o problema. Quem se esquece dos conflitos de Bira (Eduardo Lago) em Páginas da Vida, de 2006, que se tornou um estorvo para a filha Marina (Marjorie Estiano)?

"Pessoas de diferentes classes sociais me paravam na rua comentando como eu estava ajudando. Fiquei sabendo na época que grupos do AA (Alcoólicos Anônimos) se reuniam para assistir à novela", lembra Eduardo Lago.Mas Maneco não foi o único. Em Vale Tudo, de 1988, Gilberto Braga consagrou Heleninha Roitman (Renata Sorrah) como a alcoólatra mais famosa do Brasil. E em Tieta, de Aguinaldo Silva, Bemvindo Sequeira imortalizou o hilário Bafo de Bode: "Tinha de andar com escolta policial no interior. Uma vez ganhei 75 litros de cachaça", relembra o ator.

Foto: TV Globo / Divulgação
Fonte: O Dia
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