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Sob direção de Igor Verde, A Nobreza do Amor aposta em ancestralidade para renovar a faixa das seis da Globo

Produção criada por Elísio Lopes Jr., Duca Rachid e Júlio Fischer, Nobreza do Amor mistura África e Nordeste dos anos 1920

15 jan 2026 - 14h49
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A Nobreza do Amor, nova novela das seis da TV Globo, chega com a missão de renovar o melodrama ao unir romance, conflitos políticos, ancestralidade e um diálogo direto com a formação cultural brasileira. Criada por Elísio Lopes Jr., Duca Rachid e Júlio Fischer, a produção ganha forma sob a direção artística de Gustavo Fernandez e direção geral de Pedro Peregrino, e conta com Igor Verde na equipe de direção.

João Verde
João Verde
Foto: Divulgação / Contigo

Logo de início, Igor faz questão de reforçar que, apesar de também escrever, sua participação em Nobreza do Amor é exclusivamente na direção. Segundo ele, o mérito do texto está totalmente nas mãos dos autores e da equipe de roteiro: "A novela é uma criação de Elísio Lopes Jr, Duca Rachid e Júlio Fischer que contam com uma equipe de roteiro muito boa para nos entregar um texto que, sob a direção artística de Gustavo Fernandez e a direção geral de Pedro Peregrino, se torne uma novela potente e capaz de cativar o público brasileiro", explicou.

A força da diversidade e do elenco na construção da trama

Para Igor, o elenco tem papel essencial em transformar o texto em vida. Ele lembra que novelas raramente começam sendo escritas já pensando nos atores, mas que o processo evolui com o tempo:

"Contudo, é muito legal pensar como a diversidade do elenco gera possibilidades de novas leituras para os personagens", destaca. Em texto corrido, ele completa que a vivência das atrizes e atores é um elemento decisivo para aprofundar a dramaticidade e enriquecer camadas dos personagens. Segundo ele, os artistas de A Nobreza do Amor levarão para a tela suas experiências, seus corpos e suas histórias — algo que conversa diretamente com o universo da novela.

O desafio de realizar uma história com a complexidade da vida real

Falando sobre os desafios, Igor Verde conta que a principal potência da narrativa está na identificação com o público. "O texto entrega uma história de amor, atravessada por questões políticas e por essas relações de identidade", afirma. Para ele, o grande desafio é realizar essa história de forma que o espectador se reconheça nela.

Em seguida, ele aprofunda a reflexão em texto corrido: dramas que se aproximam das questões reais do brasileiro impedem que a novela caia no maniqueísmo. A complexidade da vida, explica, se reflete naturalmente no enredo — e isso torna a fábula mais humana e mais envolvente.

Conflitos universais que dialogam com o Brasil

Ao comentar sobre os temas que podem despertar emoção no público, Igor reforça a centralidade da identificação: "Dramas humanos como a manutenção das relações familiares, conflitos internos entre o dever com a sociedade e o amor que nos arrebata romanticamente, a luta por liberdade, por justiça, todos são conflitos que os autores trabalharam muito bem".

Ele destaca que esses elementos manterão o interesse do espectador tanto nas tramas que acontecem no reino africano fictício quanto nas que se desenrolam no Nordeste brasileiro.

A responsabilidade de manter a novela relevante para o público

Um dos pontos mais sensíveis da conversa é a tarefa de entregar entretenimento à altura da tradição das novelas. Igor reconhece o peso histórico do produto audiovisual mais assistido do país: "Temos de realizar uma novela que honre essa atenção, que mantenha esse formato que é tão nosso, tão brasileiro, relevante para quem nos dá ali esse tempo de atenção".

No texto, ele acrescenta que a equipe procura ouvir os anseios do público, mas também surpreendê-lo — oferecendo não apenas o esperado, mas também o novo, o mágico, o inesperado. O objetivo é gerar curiosidade, emoção e encantamento.

Ancestralidade, romance e popularidade andam juntas

Ao tratar dos temas centrais da novela, Igor desmonta a ideia de que identidade e ancestralidade não combinam com ritmo popular: "Identidade, ancestralidade e memória estão intimamente ligados a ritmo, romance e popularidade. Não são elementos opostos", afirma.

Para ele, entender de onde viemos e para onde vamos enquanto povo é, por si só, profundamente emocional — e, portanto, de alto apelo popular.

Texto forte, elenco apaixonado e uma fábula com frescor

Ao responder às perguntas finais, Igor comenta a recepção do texto pela equipe: "Tanto o elenco quanto a direção foram positivamente arrebatados pela qualidade do texto de Elísio, Duca, Júlio e sua equipe".

Em complemento, ele afirma que A Nobreza do Amor tem grande poder de atração porque conversa de forma direta com conflitos e questões que fazem parte do cotidiano brasileiro. Ao ambientar a história entre a África e o Rio Grande do Norte dos anos 1920, a novela ganha frescor, cores, novidade — elementos fundamentais para manter o público atento e emocionado.

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