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Repórter da Record é agredido e Reinaldo Gottino fica revoltado

3 nov 2026 - 16h22
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Resumo
O apresentador Reinaldo Gottino repudiou ao vivo a agressão sofrida pelo repórter Guilherme Gonçalves, da Record, em Rifaina (SP). O jornalista cobria as investigações do feminicídio de Priscila Custódio, cujo principal suspeito, o pecuarista João Roberto Bolelli, foi achado morto dias depois. Durante a gravação em uma estrada pública, uma suposta familiar do suspeito tentou tomar o microfone e agrediu o repórter para impedir a filmagem, sob a falsa alegação de invasão de propriedade particular.

Reinaldo Gottino ficou indignado ao comentar a agressão sofrida por um repórter da Record durante a cobertura de um caso de feminicídio em Rifaina, no interior de São Paulo. Ao vivo no Cidade Alerta, o apresentador saiu em defesa do colega e rebateu as justificativas dadas pela mulher que partiu para cima da equipe de reportagem.

Foto: TV Record (Foro: Divulgação/Record) / Gávea News

— Não é bem assim, do jeito que ela está falando. O repórter está na estrada, do lado de fora, e ela falou: 'Não interessa'. Interessa, sim! Ele não está invadindo a propriedade, não está entrando na propriedade.

O episódio aconteceu na segunda-feira (2), enquanto o repórter Guilherme Gonçalves acompanhava os desdobramentos da morte de Priscila Lacerda Custódio, de 24 anos. Durante a gravação, uma mulher apontada como familiar do principal suspeito se aproximou da equipe, exigiu que os profissionais parassem de filmar e tentou arrancar o microfone das mãos do jornalista, chegando a agredi-lo.

A mulher alegou que os profissionais estavam em uma propriedade particular. Guilherme, no entanto, explicou que a equipe estava em uma estrada, fora dos limites da fazenda. Mesmo assim, a discussão continuou e a mulher deixou o local em um carro depois de fazer comentários ofensivos sobre a vítima.

O caso que motivou a cobertura envolve o pecuarista João Roberto Bolelli, de 62 anos, ex-companheiro de Priscila. Ele é suspeito de matar a jovem no dia 27 de outubro, quando ela foi até Rifaina para devolver uma caminhonete emprestada por ele. A vítima estava acompanhada do irmão e de uma amiga quando foi baleada e não resistiu aos ferimentos.

Cinco dias depois, o corpo de João Roberto foi encontrado na propriedade rural onde vivia. As circunstâncias da morte ainda são investigadas pela polícia, que trabalha com diferentes hipóteses.

Durante o comentário no programa, Gottino também ressaltou que a morte do suspeito não apaga a gravidade do crime investigado contra Priscila. A agressão ao repórter aconteceu justamente enquanto a equipe buscava informações sobre o caso.

Gávea News
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