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Pedido de separação feito por co-réus de Lil Durk é negado por juiz; todos irão a julgamento em agosto

Advogados de Lil Durk haviam pedido um julgamento mais cedo, observando que o rapper vencedor do Grammy está preso sem fiança desde a prisão, em outubro de 2024

2 mar 2026 - 13h21
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Lil Durk terá de esperar até agosto pelo seu julgamento federal por homicídio por encomenda, depois que um juiz negou o pedido de três de seus co-réus para que os processos fossem julgados separadamente.

Foto: Lester Cohen/Getty Images para The Recording Academy / Rolling Stone Brasil

A decisão significa que o rapper vencedor do Grammy, cujo nome legal é Durk Banks, permanecerá preso sem fiança por mais quatro meses antes de ir a júri. Seu julgamento, antes marcado para abril, agora está agendado para 20 de agosto.

"Em nome de Banks, estamos totalmente preparados para prosseguir com o julgamento. O caso foi adiado pelo tribunal contra a nossa objeção", disseram seus advogados, Drew Findling e Christy O'Connor, em comunicado à Rolling Stone EUA. (O juiz já havia citado um conflito de agenda envolvendo o advogado de um dos co-réus ao definir a nova data do julgamento.)

Em decisão emitida na sexta, o juiz federal distrital Michael Fitzgerald escreveu que Banks foi indiciado juntamente com três homens — Deandre Dontrell Wilson, Asa Houston e David Brian Lindsey — por suposta participação na mesma conspiração. Julgar os quatro juntos, disse o juiz, serviria à "eficiência judicial", já que a "vasta maioria das provas seria admissível contra cada réu". O juiz afirmou que qualquer "risco de prejuízo por contaminação" decorrente de provas apresentadas contra Banks, mas não aplicáveis aos outros réus, poderia ser tratado por meio de instruções aos jurados.

"Embora parte das provas se concentre exclusivamente no réu Banks e possa exigir instruções limitadoras, nenhuma dessas provas é tão chocante ou volumosa a ponto de impedir que o júri faça um julgamento confiável sobre culpa ou inocência", escreveu o juiz.

Ele acrescentou que o pedido de separação havia sido "consideravelmente mais forte" antes de os promotores afirmarem que abandonariam a alegação de que uma morte em Chicago em 2022 teria sido um esquema separado de homicídio por encomenda supostamente ligado a Banks. Banks negou as alegações do governo e contestou a inclusão dessas provas. (Advogados dos três co-réus não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.)

Banks, de 33 anos, declarou-se inocente das acusações de ter usado "linguagem codificada" para contratar um grupo de supostos pistoleiros para viajar a Los Angeles e executar uma morte em estilo execução, em plena luz do dia, em 19 de agosto de 2022. Promotores federais dizem que o alvo pretendido era Tyquian Terrel Bowman, conhecido como Quando Rondo, a quem Banks supostamente culpava pela morte a tiros, em 2020, de seu amigo e protegido, Dayvon "King Von" Bennett.

Os promotores alegam que os atiradores rastrearam Bowman até Los Angeles e o emboscaram em um posto de gasolina perto do Beverly Center, disparando pelo menos 18 tiros com múltiplas armas, incluindo uma metralhadora. Segundo o governo, a prima de Bowman, Saviay'a Robinson, foi atingida e morta enquanto estava do lado de fora de uma Escalade preta ligada a Bowman. Durk foi preso em outubro de 2024 e está detido sem fiança.

Em uma audiência na semana passada, Craig Harbaugh, advogado do co-réu Deandre Dontrell Wilson, argumentou que a tese da acusação se baseava em uma "narrativa de violência de vários anos" com "zero conexão" com seu cliente. Ele apontou as alegações dos promotores de que associados do grupo Only The Family, de Banks, teriam "tentado matar" Bowman em Chicago em 2021. Em uma decisão anterior, o juiz também permitiu que os promotores introduzissem letras de Banks do remix de sucesso de 2021 de "Who Wants Smoke", que, segundo eles, fazem referência a tensões com Bowman.

Harbaugh argumentou que o risco de "contaminação" seria severo e que não seria razoável esperar que os jurados conseguissem "compartimentalizar" as provas. O juiz discordou.

Em outra decisão emitida na sexta-feira, o juiz negou o pedido de Banks por um documento de acusação mais detalhado, conhecido como bill of particulars. Os advogados de Banks argumentaram que a denúncia era "inconstitucionalmente vaga" e criava o risco de uma "surpresa no julgamento", porque fatos-chave estariam "mudando continuamente à medida que colaboradores do governo mudam suas versões". Eles disseram que os promotores não haviam fornecido detalhes razoáveis sobre o momento, o local e as circunstâncias da suposta oferta de recompensa, nem sobre a alegação de que a morte teria sido realizada "a mando de" Banks.

"A segunda denúncia substitutiva e as divulgações feitas pelo governo são suficientes para informar o réu Banks sobre a teoria do caso do governo", decidiu o juiz na sexta-feira.

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