'O Diabo Veste Prada 2' garantiu fortuna a Meryl Streep; veja valores divulgados por revista
Meryl Streep, aos 76 anos, firmou um contrato polpudo para retornar ao papel de Miranda Priestly em "O Diabo Veste Prada 2". Saiba mais!
Meryl Streep, aos 76 anos, firmou um contrato polpudo para retornar ao papel de Miranda Priestly em "O Diabo Veste Prada 2". A notícia reacendeu o interesse pelo universo da moda retratado na franquia e chamou atenção pelo valor envolvido no acordo, que gira em torno de milhões de reais, segundo a revista Variety. A atriz, premiada em diversas ocasiões, volta a viver uma das figuras mais marcantes de sua carreira, agora em um cenário de cinema bastante diferente daquele visto em 2006.
O retorno da personagem Miranda Priestly não acontece de forma isolada. Afinal, a presença de Anne Hathaway e Emily Blunt também foi tratada como prioridade nas negociações. O trio principal, junto com outros nomes do elenco original, passou a integrar um projeto que já demonstra força nas bilheterias mundiais, consolidando-se como uma das continuações mais comentadas de 2026.
O que está por trás do acordo de Meryl Streep em "O Diabo Veste Prada 2"?
A palavra-chave central deste cenário é "Meryl Streep em O Diabo Veste Prada 2", que resume a combinação de nostalgia, estratégia comercial e impacto cultural. Segundo informações publicadas pela revista Variety, a artista fechou um contrato estimado em R$ 61,4 milhões para retomar o papel da poderosa editora-chefe da revista fictícia "Runway". Assim, esse valor reflete tanto o prestígio de Streep quanto a expectativa de retorno financeiro do novo filme.
Um ponto relevante nas negociações foi a preocupação da atriz com a valorização das colegas. Streep teria defendido que Anne Hathaway e Emily Blunt recebessem cifras equivalentes, além de bônus vinculados ao desempenho do longa nas bilheterias. Ademais, a sequência, dirigida novamente por David Frankel, já ultrapassou a marca de R$ 1,47 bilhão em arrecadação global, o que fortalece o modelo de contratos baseados em participação nos lucros.
Esse tipo de acordo, que associa cachê fixo a bônus por bilheteria, tornou-se mais comum em grandes produções. No caso de "O Diabo Veste Prada 2", a negociação coletiva das protagonistas ajuda a reforçar debates atuais sobre equiparação salarial em Hollywood e sobre o papel criativo e comercial das atrizes em franquias consolidadas.
Por que o elenco original é tão importante para "O Diabo Veste Prada 2"?
A produção de "O Diabo Veste Prada 2" apostou desde o início na reunião do núcleo central do primeiro filme. Em entrevista recente à revista People, Anne Hathaway destacou que só faria sentido seguir em frente com um "bom roteiro" e com o retorno de todos os nomes principais de 2006. Para a atriz, que interpreta Andy Sachs, o chamado "quarteto principal" era considerado indispensável para que a continuação mantivesse coerência com a obra original.
Esse quarteto é formado por Meryl Streep (Miranda Priestly), Anne Hathaway (Andy Sachs), Emily Blunt (Emily Charlton) e Stanley Tucci (Nigel Kipling). Juntos, esses personagens deram forma ao retrato do universo editorial de moda, misturando bastidores de redação, exigências profissionais intensas e o peso das escolhas de carreira. Assim, a permanência do grupo facilita a conexão do público com a nova história e sustenta o apelo da marca "O Diabo Veste Prada".
- Meryl Streep - Miranda Priestly, a editora-chefe da "Runway";
- Anne Hathaway - Andy Sachs, a jovem jornalista em ascensão;
- Emily Blunt - Emily Charlton, assistente dedicada e competitiva;
- Stanley Tucci - Nigel Kipling, braço direito de Miranda e especialista em estilo.
A manutenção desse grupo reforça a identidade da franquia e reduz o risco de ruptura com a base de fãs criada ao longo dos últimos 20 anos. Para o estúdio, o elenco original funciona como um ativo de alto valor, capaz de impulsionar campanhas de marketing e ampliar a curiosidade do público por novos desdobramentos da trama.
Como "O Diabo Veste Prada 2" impacta a carreira de Meryl Streep e do elenco?
A volta de Meryl Streep em O Diabo Veste Prada 2 chega em uma fase madura da carreira da atriz, já consolidada como um dos nomes mais reconhecidos do cinema mundial. Assim, o retorno a Miranda Priestly oferece ao público a chance de revisitar uma personagem associada a temas como poder, exigência profissional e transformação pessoal. Ao mesmo tempo, a produção reforça a imagem de Streep como referência em papéis complexos dentro da indústria.
Anne Hathaway e Emily Blunt, por sua vez, retornam a personagens que marcaram suas trajetórias em Hollywood. Afianl, Andy Sachs e Emily Charlton ajudaram a projetar as duas artistas em escala global, e a sequência surge como oportunidade de explorar novos estágios de vida e de carreira para essas figuras. Por sua vez, Stanley Tucci retoma Nigel Kipling, figura-chave na dinâmica da redação da "Runway".
- Reforço da imagem das atrizes em uma franquia de grande alcance;
- Abertura para novos contratos e parcerias comerciais;
- Ampliação da discussão sobre bastidores da moda e da imprensa;
- Possibilidade de futuras produções derivadas ou séries relacionadas.
Ao reunir um elenco conhecido, um diretor já associado ao sucesso do primeiro filme e contratos que incluem participação nas bilheterias, "O Diabo Veste Prada 2" se posiciona como um dos principais lançamentos de entretenimento de 2026. A combinação de nostalgia, discussão sobre mercado de trabalho e foco na personagem Miranda Priestly ajuda a explicar a repercussão do retorno de Meryl Streep e o interesse contínuo pelo universo da "Runway".
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