Sabrina Carpenter transforma 'Tears' em homenagem ao cinema cult; entenda referências
Novo vídeo, lançado junto com 'Man's Best Friend', se inspira na estética do cinema e em filmes para explorar desejo, caos e transformação
Sabrina Carpenter estreou seu mais recente trabalho visual, o videoclipe de Tears, faixa em destaque de seu sétimo álbum de estúdio, Man's Best Friend, lançado nesta sexta-feira, 29.
Com doze faixas disponíveis nas plataformas digitais, o disco marca uma fase de experimentação criativa para a artista, que vem se consolidando como uma das principais vozes do pop atual.
O vídeo, que acompanha o lançamento do álbum, vai além da estética musical. Dirigido por Bardia Zenali, Tears utiliza o audiovisual como ferramenta narrativa, combinando elementos do cinema cult, do terror e da cultura queer para compor uma história visualmente carregada de simbologia e referências culturais.
O clipe também flerta com o terror ao trazer imagens que remetem a produções como Jeepers Creepers (2001, disponível na Apple TV), especialmente nas cenas ambientadas em um campo de milho, um cenário que remete à segunda parte da franquia de horror.
Outros códigos visuais remetem à trilogia MaXXXine (2024, disponível no Prime Video), com destaque para a estética retrô e o ambiente da casa misteriosa, que remetem à iconografia desses filmes.
Visual de lenda pop e referências aos anos 90
A performance de Sabrina na barra de pole dance, traz ecos de Striptease (1996, disponível no HBO Max), protagonizado por Demi Moore. O visual e a coreografia lembram o papel que consagrou Moore como símbolo da cultura pop dos anos 90.
O desfecho do clipe reforça uma constante na carreira visual de Carpenter: a figura do homem descartável ou eliminado. Em Tears, a protagonista repete o gesto de confrontar (e eliminar) um personagem masculino, algo já visto em outros trabalhos como Please Please Please e Taste.