Produtor da 'Death Row' alega que o espólio de Tupac Shakur deve a ele royalties não pagos de 'All Eyez on Me'
Daz Dillinger acusa o espólio do falecido rapper de lhe dever dinheiro referente a mais de uma dúzia de músicas
Uma ação judicial foi movida contra o espólio de Tupac Shakur pelo produtor da Death Row Records, Daz Dillinger, nascido Delmar Arnaud, que afirma que o espólio lhe deve royalties não pagos de mais de uma dúzia de músicas que ele coescreveu e produziu.
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Em um protocolo de 8 de maio obtido pela Billboard, as músicas em questão incluem cinco faixas do último álbum de Shakur lançado em vida, All Eyez on Me (1996), incluindo "Ambitionz az a Ridah", "Skandalouz", "Got My Mind Made Up", "2 of Amerikaz Most Wanted" e "I Ain't Mad at Cha".
Na queixa, Arnaud alega que, após solicitar royalties em 2024, recebeu US$ 91.000 da Amaru Entertainment, a empresa que administra os ativos musicais de Shakur, mas não recebeu nenhum demonstrativo de royalties para validar o valor.
Um advogado de Arnaud se recusou a comentar à Rolling Stone. Em declaração à Billboard, um representante legal de Arnaud, Bret Lewis, argumentou que "no mínimo, a Amaru deixou de prestar contas e/ou pagar valores devidos dentro dos prazos de prescrição aplicáveis e continua assim até o presente". Ele acrescentou: "O valor exato devido será demonstrado conforme as provas após uma prestação de contas e a fase de descoberta".
Um representante do espólio de Shakur não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da Rolling Stone.
Em 2001, a falecida Afeni Shakur, mãe de Tupac e coadministradora do espólio, processou Arnaud por violação de direitos autorais e alegou que ele planejava lançar, sem permissão do espólio, gravações-mestre de Shakur que Arnaud produziu enquanto trabalhava para a Death Row Records. Esse caso foi resolvido fora dos tribunais no ano seguinte.
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