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5 músicas incríveis que foram escritas pouco antes da morte de seus autores

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23 abr 2026 - 16h20
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Foto: Tenho Mais Discos Que Amigos!

É muito comum que os artistas usem suas músicas como um espaço de expressão íntima, encontrando na composição uma maneira de abordar experiências pessoais e conflitos internos.

Por isso, inúmeras obras refletem situações pelas quais os músicos estão passando, e isso vai desde momentos românticos e de celebração até fases mais delicadas, como a proximidade da morte.

Ao longo da história, diversos artistas que já sabiam que não tinham mais muito tempo de vida decidiram escrever canções para encarar medos ou refletir sobre a própria existência. E, muitas vezes, essas músicas foram extremamente emotivas e criaram fortes conexões com o público.

A seguir, confira uma lista reunida pelo Far Out com verdadeiros clássicos que foram escritos pouco antes de sua morte de seus autores!

5 músicas incríveis que foram escritas pouco antes da morte de seus autores

Warren Zevon - "Keep Me in Your Heart"

Ao descobrir que tinha mesotelioma terminal, Warren Zevon começou a trabalhar em The Wind tendo em mente que aquele seria seu último disco. O repertório é praticamente todo autoral, com exceção de sua versão para "Knockin' On Heaven's Door", de Bob Dylan, e portanto funciona como retrato explícito de um artista que sabe que não tem muito tempo de vida.

A última música escrita e gravada foi "Keep Me in Your Heart", uma canção emocionante que reforça o amor de Zevon pela vida. Ao promover o disco, Warren demonstrou bom humor ao deixar um conselho em entrevista a David Letterman: "Aproveitem cada sanduíche".

Johnny Cash - "Hurt"

Originalmente composta por Trent Reznor, "Hurt" já era uma canção extremamente vulnerável quando foi lançada pelo Nine Inch Nails. Porém, a releitura de Johnny Cash fez a música em questão ganhar um peso emocional ainda mais forte por passar da autodepreciação para um lugar de mortalidade.

O produtor Rick Rubin convenceu Cash a gravar uma versão da música e o cantor country finalizou tudo perto de sua morte. A canção apresenta um trecho que diz: "Não me orgulho de dizer que me odeio e não gosto de quem sou, mas talvez exista uma comunicação humana genuína que acabe sendo positiva, mesmo que tudo o que seja dito seja negativo".

Leonard Cohen - "You Want It Darker"

Cerca de três meses antes de falecer, Leonard Cohen escreveu uma carta de despedida para sua então namorada Marianne Ihlen reconhecendo a proximidade de seu próprio fim. Esse mesmo pensamento foi exposto pelo músico na canção "You Want It Darker", faixa-título de seu último álbum.

Nessa música, ele reflete sobre a ideia de religião e questiona o quão "justo" Deus pode realmente ser quando tanta crueldade existe. Sobre a faixa, ele apontou:

"A grande mudança é a proximidade da morte. Sou um cara organizado. Gosto de resolver as coisas como posso. Se não puder, tudo bem também… Tenho trabalho a fazer. Cuidar dos meus assuntos. Estou pronto para morrer".

David Bowie - "Lazarus"

Outro artista que também lançou um disco de despedida foi o lendário David Bowie. Em Blackstar, o artista, que era mais reservado quanto ao seu conhecimento da morte, confrontou a mortalidade em músicas como "Lazarus".

Danny McCaslin, que tocou saxofone na música, relembrou como foi emocionante ouvir Bowie compor a faixa:

"Eu estava ouvindo a música que agora se chama 'Lazarus', que provavelmente foi a segunda ou terceira que gravamos, e me lembro de ter ouvido que 'o saxofone teve um papel importante', um verso que David havia escrito… Ouvir ele cantar foi emocionante porque eu pensei: 'Meu Deus!' Lá está ele e lá estou eu."

J Dilla - "Last Donut of the Night"

J Dilla construiu um legado admirável no hip-hop e do R&B antes de falecer cedo demais aos 32 anos. Seu disco instrumental Donuts, lançado pouco antes de sua morte, é um reflexo dessa genialidade: a última faixa completa desse álbum se chama apropriadamente "Last Donut of the Night" (em tradução livre, "Último Donut da Noite") e é um belíssimo exemplo do talento do músico.

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