Kiko Dinucci faz do ruído matéria-prima para reinventar a canção brasileira em "Medusa"
Disponível pelo selo RISCO, álbum é descrito como "um disco de amor, fantasmas e bichos"
Em seu novo álbum "Medusa", lançado pelo selo RISCO seis anos após "Rastilho", Kiko Dinucci reinventa a canção brasileira por meio do ruído e da experimentação. O trabalho une samba, punk, shoegaze e música romântica, mesclando guitarras ásperas inspiradas em bandas como Sonic Youth e My Bloody Valentine a um lirismo sentimental. Definido pelo compositor como um disco de amor, fantasmas e bichos, o projeto aprofunda sua pesquisa estética em uma atmosfera densa, expressiva e sensorial.
Entre guitarras soterradas, ruídos, samples e referências que atravessam o Samba, Punk, Shoegaze, Post Hardcore, eletrônico e a canção romântica brasileira, Kiko Dinucci construiu em Medusa uma textura tão áspera quanto sentimental.
Definido pelo próprio artista como "um disco de amor, fantasmas e bichos", o álbum mergulha em uma atmosfera densa e experimental para aproximar o cancioneiro brasileiro da sonoridade de guitarras de bandas como My Bloody Valentine, Hüsker Dü, Dinosaur Jr. e Sonic Youth.
O trabalho de estúdio foi marcado pela chegada de Kiko ao casting do selo RISCO, seis anos após o lançamento de Rastilho (2020), seu material anterior. Dessa vez, o músico e compositor apresentou um álbum que estendeu uma pesquisa estética presente em sua trajetória.
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