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Guitarrista se arrepende de não ter sido julgado em caso de pornografia

2 out 2012 - 15h31
(atualizado às 16h01)
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O guitarrista do The Who, Pete Townshend, foi preso em 2008 pela polícia britânica após usar o cartão de crédito para pagar por pornografia infantil na internet. Apesar de alegar que estava acessando o material com o intuito de fazer uma pesquisa para provar o envolvimento dos banqueiros com a indústria da pornografia infantil, Pete Townshend aceitou as acusações na época e decidiu não contestar o caso na justiça.

No entanto, ele revelou através da sua autobiografia Who I Am: A Memoir - que está sendo publicada no jornal The Times - que se pudesse voltar no tempo, aceitaria ir à julgamento para provar sua inocência. "Na delegacia de Kingston me ofereceram uma chance. Poderia ter aceitado uma advertência e ser fichado por um tempo determinado como agressor sexual, ou poderia ir a julgamento", escreveu em um trecho da autobiografia.

"O meu caso tomou uma proporção muito grande pra ser tratado de outra forma, apesar de ter agido com as melhores das intenções. Se fosse à julgamento, poderia contar toda a verdade e não seria incriminado. Mas, após aguardar quatro meses e meio até que todos meus computadores fossem analisados, já estava exausto. Apesar de saber que isso seria bom para o meu processo, não achei que fosse sobreviver. Agora me arrependo. Deveria ter ido ao tribunal. Talvez tenha sido imprudente", relatou em sua autobiografia

Quando a notícia da sua prisão chegou à mídia, Pete Townshend recebeu o apoio da esposa Rachel Fuller, de familiares e amigos, além de diversas cartas de fãs - as quais fez questão de responder pessoalmente. O músico de 67 anos ainda reserva uma homenagem especial ao parceiro de The Who, Roger Daltrey, que permaneceu ao seu lado durante o escândalo.

"Dezenas de pessoas foram a público falar em minha defesa, mas Roger foi o mais atuante, mostrando toda sua indignação pelo absurdo que foi minha prisão. Ele estava ciente que o seu próprio futuro estava em risco caso eu fosse condenado e mesmo assim não mediu esforços. Nunca vou esquecer sua solidariedade, a fé que depositou em mim e seu ódio com a injustiça contra a mim", escreveu em sua obra.

Foto: Win McNamee / Getty Images
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