Entrevista: Izzy Gordon fala sobre seu novo álbum de samba em homenagem a Jorge Aragão
Em primeiro volume de uma trilogia dedicada aos compositores do Cacique de Ramos, artista faz um mergulho multidimensional no samba
Entre o Jazz que a projetou e o Samba que a atravessa, Izzy Gordon acaba de lançar o álbum Semente da Tamarineira, um mergulho na obra de Jorge Aragão em todas as dimensões: artística, espiritual, afetiva e política.
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Primeiro capítulo de uma trilogia dedicada aos compositores do Cacique de Ramos, o disco costura repertório clássico, novas texturas e uma forte conexão com a ancestralidade para reafirmar o samba como linguagem viva e em permanente transformação.
Reconhecida como uma das grandes intérpretes de sua geração, Izzy construiu sua trajetória a partir do Jazz, sem nunca se limitar a ele. Ao longo dos anos, consolidou uma assinatura marcada pela versatilidade e pela centralidade da interpretação como ferramenta narrativa. Uma cantora que, antes de tudo, se dedica a contar histórias. Essa abordagem encontra no cancioneiro de Jorge Aragão um terreno fértil, permitindo que a artista explore novas camadas de sentido sem abrir mão da essência que a define.
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