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As opiniões de Mick Jagger sobre Geese e Rosalía

Vocalista dos Rolling Stones gosta de se manter antenado e citou artistas como exemplos recentes de música popular que lhe impressionou

1 jul 2026 - 15h24
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Apesar da sua carreira acumular mais de seis décadas, Mick Jagger não parou no tempo. O vocalista dos Rolling Stones gosta de se manter atualizado sobre tendências pop, mesmo que seja para compreender o estado atual da música.

Mick Jagger, vocalista dos Rolling Stones, em 2026
Mick Jagger, vocalista dos Rolling Stones, em 2026
Foto: Arnold Jerocki / Getty Images for Dior / Rolling Stone Brasil

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Em entrevista à GQ, o cantor discutiu alguns artistas que chamaram sua atenção nos últimos anos. Entre os nomes citados por ele está o Geese, quarteto americano visto como a mais nova salvação do rock.

Mick é fã:

"Geese, todo mundo está falando deles. São muito experimentais, o Geese. Digo, para uma banda de rock. Eu gosto muito. Ouvi toda a conversa em torno deles e assim que o álbum [Getting Killed (2025)] saiu, eu esperava que fosse mais indie. Não esperava que fosse tão maluco, mas eu admiro isso."

https://www.youtube.com/watch?v=RGE-JRsJ2uo&list=RDRGE-JRsJ2uo&start_radio=1&pp=ygUFZ2Vlc2WgBwE%3D

Outra artista recomendada por Jagger foi Rosalía — especificamente, o álbum mais recente da cantora espanhola, LUX (2025), que combina elementos de ópera e música tradicional europeia à fórmula pop da artista. O cantor ficou impressionado com a ideia:

"Há muitas cantoras boas com muito sucesso recente. Olha o álbum da Rosalía. Foi algo super conceitual, super interessante. Ela mandou bem e eu admiro muito ela por fazer isso."

https://www.youtube.com/watch?v=GkTWxDB21cA

Colaboração recusada de início

O novo álbum dos Rolling Stones, Foreign Tongues, sai no próximo dia 10 e conta com a participação de Paul McCartney, Chad Smith (Red Hot Chili Peppers) e Robert Smith. Entretanto, o vocalista do The Cure quase recusou o convite.

Em entrevista ao podcast Speaking in Tongues (via NME), o músico revelou os bastidores de sua participação. Ele conhecia o produtor Andrew Watt e foi convidado para passar tempo no estúdio durante as gravações. Ao chegar lá, foi intimado a tocar:

"Do nada, [Jagger] disse: 'Você gostaria de fazer alguma coisa no álbum?' E eu fiquei tipo, 'Nossa, espera aí!' E ele disse: 'Ah, toque um pouco de guitarra…' E eu pensei, 'Bem…' Eu realmente não estava preparado para isso. Para espanto de todos, eu disse: Não, não, obrigado, não posso fazer isso. Subi lá esperando apenas ficar bêbado, na verdade. E não esperava tocar no álbum dos Rolling Stones."

Felizmente para todos, não ficou nisso. Smith continuou no estúdio com Watt e, após Jagger ir embora, o líder do The Cure mudou de ideia:

"Eu disse para o Andrew: 'Ah, vamos lá então. Vamos ligar uma guitarra e eu vou tentar tocar algumas das músicas'. Então eu simplesmente comecei a tocar e, bem, uma coisa levou à outra."

Rolling Stone Brasil Rolling Stone Brasil
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