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A surpreendente opinião de Gene Simmons sobre inteligência artificial

Na contramão de veteranos da música, vocalista e baixista do Kiss abraça a tecnologia e a projeta como salvação do entretenimento digital

3 nov 2026 - 14h51
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Resumo
Gene Simmons, do Kiss, adotou uma postura pragmática e favorável à inteligência artificial na música, afirmando que a adaptação imediata dos artistas é essencial para não serem superados pela tecnologia. Essa visão reflete a aposta recente da banda em avatares virtuais para substituir apresentações presenciais. Apesar do entusiasmo com o avanço tecnológico, o músico enfatiza a necessidade de proteger os direitos criativos e assegurar uma divisão justa dos lucros para a classe artística.

Quase sempre preocupado em como angariar mais dinheiro por meio da indústria musical, Gene Simmons surpreendeu ao adotar uma visão pragmática sobre o avanço da inteligência artificial (IA) na música.

Gene Simmons, do Kiss
Gene Simmons, do Kiss
Foto: Heather Diehl/Getty Images / Rolling Stone Brasil

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Enquanto muitos artistas encaram as novas tecnologias com ceticismo ou temor, como medo de perder receita ou relevância, o músico de 77 anos vê com bons olhos a IA e defende que o momento exige apenas adaptação imediata.

Em declarações recentes ao canal do programa NewsNation sobre o impacto da ferramenta na cultura e no entretenimento, o vocalista e baixista do Kiss foi direto ao ponto: para ele, recusar o avanço tecnológico é inútil, pois "o futuro já chegou".

Ele alertou (transcrição via Far Out Magazine):

"Você precisa aprender a usá-la; caso contrário, ela usará você."

Gene Simmons e os projetos recentes do Kiss

A visão de Gene Simmons encontra respaldo nas próprias iniciativas recentes do Kiss, que encerrou sua era de shows presenciais em 2023 abrindo espaço para avatares virtuais e experiências imersivas desenvolvidas em parceria com empresas de inovação.

Para ele, o que se vê hoje no horizonte digital — como os avatares gerados por computação — é apenas o começo de uma nova revolução. Simmons, no entanto, enfatizou a necessidade de proteger os direitos criativos e garantir que a indústria continue rentável para profissionais da música.

Especificamente sobre o lucro que grandes emissoras de rádio obtêm com música, Simmons sugere:

"Que tal compartilhar isso com os artistas que tornam a sua transmissão possível?"

Rolling Stone Brasil Rolling Stone Brasil
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