Marco Nanini: após vaias no RS, vêm à tona acusações e acordo com ex-funcionário
O ex-caseiro Silvonei dos Santos de Alcantara, que alegava acúmulo de funções e prontidão constante, aceitou o valor de R$ 16 mil em quatro parcelas.
Marco Nanini encerrou uma ação trabalhista movida por seu ex-caseiro, Silvonei dos Santos, mediante um acordo de R$ 16 mil parcelados em quatro vezes. O funcionário acusava o artista de impor rotinas exaustivas e acúmulo de funções, alegando atuar como cuidador e ficar de prontidão para emergências. Embora a defesa de Nanini tenha negado a sobrecarga e a necessidade de assistência constante, ambas as partes optaram pela conciliação financeira, sem uma decisão judicial sobre o mérito.
Após ser vaiado durante a apresentação de um espetáculo teatral no Rio Grande do Sul, Marco Nanini voltou a ser notícia. O portal TMJ descobriu que o processo trabalhista movido por um ex-funcionário contra o ator chegou ao fim após um acordo financeiro entre as partes.
085,89, foi revelada com exclusividade pela coluna Daniel Nascimento, do jornal O Dia, em setembro deste ano. Na ocasião, o ex-caseiro do artista relatou uma série de situações que, segundo ele, envolviam acúmulo de funções e uma rotina de trabalho exaustiva..
Silvonei dos Santos, que atuou como caseiro na residência do ator entre fevereiro de 2021 e julho de 2025, descreveu uma jornada que, segundo ele, ia além das atribuições de sua função. 363,44, Silvonei afirmou trabalhar de sexta a terça-feira, das 17h às 9h do dia seguinte, e que precisava permanecer de prontidão em outros períodos.
Alegações de "faz-tudo" e prontidão para emergências
O ex-caseiro alegou ter desempenhado um papel de "faz-tudo", não se limitando apenas aos cuidados com a residência, os cães, o quintal e a piscina. Em seu depoimento, Silvonei mencionou que também servia refeições, trocava roupas e administrava medicamentos, atividades que considerava características da função de cuidador.
Um detalhe apontado por Silvonei foi a existência de um aparelho de emergência instalado em seu quarto, conectado a um botão de alerta. Ele relatou que, caso o equipamento fosse acionado, deveria se levantar imediatamente para prestar atendimento.
Defesa de Nanini e o desfecho do caso
A defesa de Marco Nanini reconheceu o vínculo empregatício e a função de caseiro, mas contestou as alegações de que Silvonei era obrigado a estar à disposição fora do horário contratado. Além disso, negou que o ator necessitasse de assistência permanente.
Apesar das divergências, as partes chegaram a um acordo em 8 de setembro. Marco Nanini e o ex-funcionário acertaram o pagamento de R$ 16 mil líquidos, que serão parcelados em quatro vezes. A Justiça não proferiu decisão sobre os pontos de controvérsia apresentados por ambas as partes.
A coluna Daniel Nascimento tentou contato com Marco Nanini para obter um posicionamento, mas não houve retorno até o fechamento da matéria original.
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