Maíra Cardi revela diagnóstico grave e diz que sobreviveu por milagre
Influenciadora relata como a descoberta da trombofilia salvou sua vida após perda gestacional.
Maíra Cardi, influenciadora digital e empresária, compartilhou com seus seguidores um dos momentos mais delicados de sua vida. Em um relato emocionado, ela revelou que sobreviveu por pouco a uma condição grave de saúde, a trombofilia doença que aumenta a propensão do sangue a formar coágulos e que pode colocar em risco a vida da mãe e do bebê durante a gestação.
A descoberta veio de forma inesperada, após a perda do primeiro filho com o investidor Thiago Nigro, conhecido como "Primo Rico". Segundo Maíra, se o diagnóstico não tivesse sido feito a tempo, ela poderia ter tido o mesmo destino trágico da babá de sua família, Thaís, que morreu logo após o parto em decorrência de complicações relacionadas ao quadro.
"Era para eu estar morta exatamente nesta época do ano", contou Maíra, ao destacar a coincidência da data com o período em que, segundo os médicos, sua vida corria maior risco. Ela explicou que, para controlar a trombofilia, é necessário tomar injeções diárias de anticoagulante (Clexane) durante e após a gestação, além de realizar o parto por cesariana e dentro de um prazo cuidadosamente planejado.
Maíra Cardi: Um milagre
A influenciadora relatou ainda que a filha Sophia, de um relacionamento anterior, teve um papel marcante na história. Segundo Maíra, a menina demonstrava medo constante de que a mãe viesse a falecer durante a gravidez, como aconteceu com Thaís. "Ela dizia: 'Você vai morrer igual à Thaís'. E eu respondia: 'Não, filha, mamãe não vai morrer igual à Thaís'. Mas ela estava muito convicta disso", recordou.
Antes de engravidar novamente, Maíra diz que recebeu uma profecia. E, durante a gestação, o temor de Sophia se intensificou. Foi somente após a perda do bebê, chamado Rafael, que os exames revelaram a trombofilia. O diagnóstico, segundo os médicos, foi determinante para salvar sua vida.
"O Rafa foi um milagre de Deus, porque veio para me curar", afirmou a influenciadora. Ela explicou que, sem a perda gestacional, não teria realizado os exames que identificaram a doença e, consequentemente, não teria iniciado o tratamento. "Se eu não estivesse tomando Clexane, possivelmente teria morrido no parto ou depois dele, como aconteceu com a Thaís", disse.
Maíra também refletiu sobre o significado do nome do bebê, que remete à cura. "Eu e o Rafael, exatamente nessa época do ano, que seria quando ele estaria nascendo. A trombofilia teria matado. Eu teria me matado. Teria matado o bebê. E talvez eu nem estivesse aqui para contar essa história."
Com o diagnóstico em mãos, Maíra agora segue em tratamento e usa sua experiência para alertar outras mulheres sobre a importância do acompanhamento médico e do diagnóstico precoce durante a gravidez. Para ela, compartilhar o testemunho é uma forma de transformar a dor em esperança.