Leonårdo Miggiorin recorda período difícil para falar sobre sua sexualidade: 'Crises de pânico'
Em entrevista à Revista CARAS, o ator Leonårdo Miggiorin também comenta sobre sua relação com a liberdade e revela os próximos projetos para 2025
Ator querido pelo público e dono de diversos papéis marcantes, Leonårdo Miggiorin (43) costuma falar abertamente sobre sua sexualidade —porém, nem sempre foi assim. Hoje, com uma relação bem estabelecida com a liberdade, o artista recorda o momento difícil em que comentou sobre sua orientação pela primeira vez.
"Tive crises de pânico e medo de ser cancelado, rejeitado, simplesmente por ser como sou, sentir o que sinto. Um terror, pois vivemos numa sociedade cheia de medos e limites, por isso há tanto preconceito e guerra", conta Leonårdo Miggiorin, em entrevista à CARAS Brasil.
Porém, ao falar sobre sua sexualidade com mais naturalidade, ele passou a se sentir mais livre. Agora, o artista também diz entender o que o conceito significa para ele. "É saber onde pisar. Aceitar que tudo tem consequência."
"Escolher sabendo que toda escolha exige uma renúncia. Liberdade de escolha é algo que temos parcialmente. Ainda assim, escolher exige consciência, coragem, atitude", completa o artista, que celebra também sua participação no elenco de Beleza Fatal (Max).
Ele, que já brilhou nas telas da TV com papéis em novelas como Senhora do Destino, Mulheres Apaixonadas e Insensato Coração, interpretou Rafuda em Beleza Fatal. Na trama, o personagem fica preso por 24 anos e será responsável por picos importantes, como uma fuga da cadeia.
Para os próximos meses, Miggiorin estará a todo vapor. "Estou produzindo novas peças e trabalhando com a psicologia de forma mais consistente. Vou dirigir um espetáculo que escrevi sobre loucura e psicopatologia. E também estou me preparando para abrir uma escola de artes. O 2025 está só começando."
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