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Influencer Larissa Ferrari aguarda há mais de 1 ano andamento do processo contra Dimitri Payet por violência sexual

Influenciadora afirma que aguarda audiência em processo contra ex-atleta do Vasco e cobra oportunidade para expor provas e ouvir testemunhas

26 ago 2026 - 16h04
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Resumo
A influenciadora Larissa Ferrari aguarda há mais de um ano a audiência no processo em que acusa o jogador Dimitri Payet de violência física, psicológica, moral e sexual. Ela cobra celeridade judicial para a oitiva de testemunhas e apresentação de provas sobre os abusos relatados. Por sua vez, o atleta, que já deixou o Brasil, nega categoricamente todas as agressões, sustentando que a relação foi consensual e que as práticas partiram da própria denunciante.
Influencer Larissa Ferrari aguarda há mais de 1 ano andamento do processo contra Dimitri Payet por violência sexual
Influencer Larissa Ferrari aguarda há mais de 1 ano andamento do processo contra Dimitri Payet por violência sexual
Foto: The Music Journal

Há mais de um ano, Larissa Ferrari, também advogada, aguarda ansiosamente por um passo fundamental no processo que move contra o atleta, no qual o acusa de violências psicológica, física, sexual e moral. A morosidade da justiça, neste contexto, não apenas adia o veredito, mas também intensifica a carga emocional para quem busca reparação.

A espera por uma audiência crucial

ghtml">Extra, o cerne da questão para Larissa Ferrari reside na ausência de uma audiência de instrução. Sem essa etapa crucial, depoimentos pessoais e a oitiva de Payet permanecem em compasso de espera, assim como a apresentação formal das testemunhas já indicadas. A influenciadora destaca que essas vozes, que teriam presenciado momentos-chave e fatos relevantes, são essenciais para o esclarecimento completo dos acontecimentos.

Em um mundo onde a agilidade da informação dita o ritmo, a lentidão judicial pode soar como um eco dissonante para quem busca celeridade.

A perspectiva de Larissa Ferrari é ter a oportunidade de ser ouvida, de apresentar as provas que a lei permite e de ver o processo seguir seu curso natural. Para ela, a prolongada espera é uma fonte constante de sofrimento, que a impede de expor integralmente os elementos que considera vitais para comprovar as violências que denuncia.

A dor da espera e a reabertura de acusações

A influenciadora verbaliza o peso dessa espera:

"A demora não apaga os fatos denunciados, mas prolonga a dor de quem aguarda uma resposta.

No entanto, uma entrevista de Larissa Ferrari ao jornal O Globo revelou a amplitude de suas denúncias:

"Desde o início, eu sempre o denunciei por violência física, sexual, psicológica e verbal. Mas, inicialmente, o processo foi vinculado somente aos crimes de lesão corporal decorrente de violência doméstica e violência psicológica"

A narrativa de Larissa Ferrari descreve um relacionamento turbulento que teria ocorrido entre agosto de 2024 e março de 2025, marcado por abusos e episódios de violência. Em um documento de 23 páginas entregue às autoridades, ela detalha as acusações de comportamentos "humilhantes e violentos". Um trecho de seu depoimento ilustra a gravidade do impacto emocional:

"Não tinha outra escolha, nem dignidade. Apenas uma imposição brutal e repugnante por parte de um homem que se achava no direito divino de me possuir, abusar de mim e descartar-me. Após o início do processo, pedimos o acréscimo da investigação sobre a violência sexual, e agora essa possibilidade foi reaberta"

As vozes que aguardam e a defesa de Payet

Atualmente, a expectativa se concentra no Tribunal, que aguarda a realização da audiência para ouvir todas as partes envolvidas e as testemunhas. Entre elas, estão "pessoas próximas a mim no Rio de Janeiro, que me viram machucada, e também pessoas da minha cidade", afirma Larissa Ferrari. A reunião desses depoimentos é vista como um passo vital para desvendar a complexidade dos fatos.

Do outro lado da balança, Dimitri Payet, que retornou à França após sua passagem pelo Vasco, nega veementemente todas as acusações. O ex-jogador reconhece o relacionamento com Larissa Ferrari, mas insiste que a interação foi consensual. Sua defesa argumenta que as práticas descritas seriam "não convencionais", mas teriam partido da própria denunciante. Ele rejeita qualquer insinuação de agressão.

The Music Journal The Music Journal Brazil
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