Script = https://s1.trrsf.com/update-1781903735/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Virginia está afastando os filhos do pai? Advogada comenta viagem aos EUA

Virginia reencontra filhos nos EUA; advogada explica o que a lei diz sobre férias e viagens com filhos de pais separados

12 jul 2026 - 16h07
Compartilhar
Exibir comentários

A influenciadora Virginia Fonseca, que está nos Estados Unidos cobrindo a Copa do Mundo 2026 para o quadro Diário de Virginia, no Domingão com Huck, reencontrou os filhos em Orlando neste domingo (21), encerrando uma polêmica que tomou as redes sociais nas semanas anteriores.

Foto: Mais Novela

Boatos de que ela ficaria 40 dias sem ver as crianças levaram à defesa pública de Poliana Rocha, mãe do cantor Zé Felipe e ex-sogra da influenciadora: "Isso não procede! Sejamos justos! Essa semana as crianças já irão ficar com a mãe, conforme o combinado!"

Nos Stories do Instagram, Virginia mostrou a casa onde estava hospedada com Maria Alice, 4, Maria Flor, 3, e o caçula José Leonardo, de 1 ano, além de personagens da Disney contratados para recepcioná-los. "Nem sei explicar meu sentimento por conseguir proporcionar isso aos meus filhos e ver eles felizes", escreveu.

O caso reacende a discussão sobre como funciona a divisão do tempo dos filhos após uma separação. Para a advogada de família Ana Paula Gimenez, a lei não determina exatamente como as férias escolares devem ser divididas, mas estabelece um princípio claro.

"A lei não traz como deve ser feita a divisão das férias escolares de filhos de pais separados. Mas diz que a divisão de tempo entre os pais deve ser equilibrada. Portanto, usualmente divide-se metade das férias para cada um. Mas pode variar pensando no melhor interesse dos menores. Por exemplo, crianças muito pequenas não podem ficar muito tempo longe da mãe, e pais que moram em países ou estados diferentes podem compensar nas férias", explica.

Sobre viagens com os filhos, a especialista esclarece as diferenças entre deslocamentos nacionais e internacionais. "Quando a viagem for internacional, se um dos pais for viajar sozinho, precisa da autorização do outro no passaporte ou com firma reconhecida. Nas viagens nacionais, pode viajar sem autorização. Nas férias, cada um dos pais faz o que quiser", orienta.

Para situações em que não há acordo entre as partes, Gimenez aponta o caminho jurídico: "Quando não há consenso, é preciso entrar com uma ação de suprimento judicial para que o juiz dê autorização no lugar de quem não consentiu. Em relação à convivência, o regime será feito previamente por acordo homologado em juízo ou decisão judicial e deve ser cumprido. Em caso de descumprimento, tem que entrar com cumprimento de sentença sob pena de multa", conclui.

View this post on Instagram

A post shared by Virginia (@virginia)

Mais Novela
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra