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Viagem de Adriane Galisteu pode ter complicado quadro de infecção urinária; entenda

Em entrevista à Contigo!, o especialista Dr. Karlo Sousa explica mais detalhes do diagnóstico de infecção urinária alta relatado por Adriane Galisteu

13 fev 2025 - 13h58
(atualizado em 13/2/2025 às 14h27)
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Entenda mais detalhes de infecção urinária de Adriane Galisteu
Entenda mais detalhes de infecção urinária de Adriane Galisteu
Foto: Divulgação / Contigo

Adriane Galisteu desembarcou no Brasil no dia 6 de fevereiro após curtir as férias na Suíça. A apresentadora permaneceu cerca de 12 horas na aeronave para retornar à sua residência, o que pode ter comprometido ainda mais o seu quadro de infecção urinária. Em entrevista à Contigo!, o especialista Dr. Karlo Sousa explica mais detalhes da condição da apresentadora da Record.

"Quanto mais cedo é dado o atendimento, o acompanhamento, feitos os exames, mais cedo é feito o diagnóstico e, obviamente, instituído o tratamento ou intervenção. Devemos imaginar um voo de 10 a 12 horas que foi o tempo que ela ficou sem possibilidade de cuidados de saúde, mas como vimos pelas imagens, tudo deu certo. Um atraso de horas no atendimento pode realmente trazer um resultado negativo ao paciente, mas na maioria das vezes, é bem tranquilo. Normalmente, o paciente já chega no hospital com a queixa, realiza os exames para confirmação de diagnóstico e inicia o tratamento com antibióticos. No caso de Adriane, a obstrução foi o que levou à cirurgia", aponta.

"Geralmente, quem desenvolveu uma vez esse tipo de quadro tem um pouco mais de propensão de ter novamente, então é preciso sim fazer exames periódicos, acompanhar a evolução dos antibióticos, repetir os testes e depois, sempre monitorar. Normalmente, depois de sanado, pedimos exames a cada seis meses e as mulheres procuram mais estar em dia com os exames do que os homens, então, é acompanhar mesmo", acrescenta.

O médico ainda destaca que a pielonefrite obstrutiva, mais conhecida como infecção urinária alta, pode resultar em uma cirurgia, como o caso de Adriane Galisteu: "Foi necessária para retirar o cálculo que bloqueava a passagem da urina (...) Na cirurgia é feita a retirada do cálculo e desobstrução do canal. Ao liberar a área, consequentemente o organismo começa a melhorar e combater a infecção".

"É preciso dar tempo ao corpo para que possa reagir e sim, é recomendado repouso e observação do quadro com medição da baixa da infecção até sanar, para que haja alta. Geralmente, a evolução é satisfatória com o uso de antibióticos. O perigo da infecção é esse: não adianta tratar com antibiótico e não desobstruir porque a infecção acaba não melhorando se não fizer isso", conclui.

Além disso, o especialista destaca que esse é um caso que depende também da imunidade e da defesa do próprio organismo: "É preciso entender que a maioria das infecções tem predisposição associada principalmente à condição de saúde e à imunidade e defesa do organismo. A infecção de urina já tem a ver com isso e obviamente uma imunidade baixa facilita o acesso das bactérias".

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