Revelação de encontro com o pai provoca crise em filho de goleiro Bruno
Possível encontro com o goleiro Bruno provoca febre e ansiedade em Bruninho Samúdio
A possibilidade de um reencontro entre o ex-goleiro Bruno e seu filho, Bruninho Samúdio, de 15 anos, veio à tona após o vazamento de um áudio envolvendo uma interlocutora ligada à família de Eliza Samúdio. A conversa teria surgido a partir da produção de um documentário sobre a vida de Bruninho, que atualmente se destaca como goleiro sub-16 do Botafogo e integra as categorias de base da Seleção Brasileira. A informação foi divulgada pelo iG Esportes, que teve acesso ao conteúdo.
Segundo relatos presentes no áudio, ao ser informado sobre a chance de encontrar o pai pela primeira vez, o adolescente apresentou febre e crises de ansiedade. "Eu não sei nem como eu vou dizer a ele […]. Isso não é uma coisa fácil pra ele. Não tenho intenção nenhuma no mundo de te expor, de alguém te ver, etc.", diz a interlocutora em um dos trechos.
Em outro momento, ela reforça o apelo emocional: "Então eu vou lhe pedir: não o decepcione, não faça isso com ele, não dê mais essa decepção". O discurso segue com cobranças diretas, mencionando a reação da avó de Bruninho, Sônia Samúdio, e o estado de saúde do jovem. "A Sônia vai ficar furiosa, o Bruninho teve febre, ficou ansioso, etc.", acrescenta.
A defesa do ex-goleiro, representada pela advogada Mariana Migliorini, orientou Bruno a não comparecer ao encontro, alegando tom "ameaçador" nas exigências feitas. De acordo com nota obtida pelo iG Esportes, o encontro ocorreria sem a presença de advogado, da esposa de Bruno e em local previamente desconhecido, o que teria motivado a recusa. Ainda assim, a defesa afirma que Bruno segue disposto a conversar com o filho, desde que em "condições saudáveis, sem riscos jurídicos ou interesses escusos".
O reencontro pode reabrir feridas antigas?
O caso também reacendeu dores profundas da família Samúdio, especialmente após a recente descoberta de um passaporte pertencente a Eliza Samúdio, assassinada em 2010. O documento, encontrado anos depois, trouxe novas especulações e reviveu o sofrimento da avó de Bruninho. "Minha filha está morta. E essa é uma frase que nenhuma mãe deveria repetir todos os dias para si mesma", escreveu Sônia Samúdio nas redes sociais, em desabafo que evidencia como o passado ainda pesa sobre todos os envolvidos.
Confira:
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