Polêmica! Psicóloga crítica violência verbal de profissionais contra filha de Justus
Especialista alerta para limites ultrapassados ao atacar filha de Justus de 5 anos em nome de ideologia — e expõe risco à saúde mental infantil
Um episódio recente trouxe à tona mais do que pura polêmica: mensagens que sugeriam "guilhotina" contra Vicky, de apenas 5 anos, filha de Roberto Justus e Ana Paula Siebert, foram publicadas por profissionais — entre eles um professor aposentado da UFRJ e uma psicóloga — desencadeando uma onda de repúdio legal e ético.
O que aconteceu
- O comentário mais chocante partiu do professor aposentado Marcos Dantas (UFRJ), alegando "guilhotina" como "solução", o que foi imediatamente repudiado pela própria universidade
- Em seguida, outra psicóloga, Aline Alves de Lima, escreveu "Tem que mtr mesmo! PQP!!!!!!", justificando que seria uma metáfora política sobre desigualdade social
Análise psicológica
A psicóloga Letícia de Oliveira, em entrevista à CARAS Brasil , ressaltou que o nível de ódio destilado por profissionais da área revela amargura e falta de empatia. Segundo ela, não importa a motivação política: "O que não tá tudo bem é destilar tanto ódio, tanta amargura e tanta maldade contra uma criança de cinco anos…"
A alertou para o perigo da naturalização desses discursos, principalmente virem de profissionais. "Se em público eles se posicionassem dessa maneira, eu fico imaginando o que eles não fazem dentro de uma sala de aula ou consultório"
Especialistas reforçam
Telma Abrahão, biomédica e especialista em desenvolvimento infantil, classificou o caso como sintomático de desumanização da infância nas redes sociais. Para ela, as crianças devem ser "território de proteção", desamparadas da lógica classista que predomina nos debates
Já Marisa Lobo, psicóloga e ativista, estendeu o repúdio, afirmando que esse tipo de discurso fere o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o código de ética da profissão, posicionando-se firmemente contra ideologias que atentam contra menores
Reações e consequências legais
- Roberto e Ana Paula se manifestaram em vídeos e publicações, informando que já acionaram judicialmente os autores dos ataques. Apontaram que o "julgamento extrapolou o bom senso"
- A UFRJ, por meio de nota, repeliu veementemente as declarações do professor aposentado, garantindo que as opiniões eram pessoais.
Por que isso importa
- Ética profissional e discurso de ódio : quando adepto da manipulação emocional, carece de limites e causa danos profundos à infância.
- Saúde mental infantil em risco : ataques tão violentos podem gerar traumatizações, ansiedade e distúrbios duradouros.
- Implicações legais : as mesmas metáforas podem configurar crime, como incitação à violência e quebra de proteção legal da criança (ECA).
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