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"Vida está boa", diz O. J. Simpson 25 anos após assassinato

Ex-jogador de futebol americano disse que ele e família superaram o "julgamento do século", no qual foi absolvido de um duplo assassinato

10 jun 2019 - 12h35
(atualizado às 15h01)
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O ex-jogador de futebol americano e personalidade da TV O.J. Simpson disse que ele e sua família superaram o "julgamento do século", no qual foi absolvido de um duplo assassinato, mas obrigado a pagar milhões de dólares em uma ação civil, de acordo com uma reportagem exclusiva da Associated Press.

O.J. Simpson reage durante audiência para liberdade condincional
20/07/2017
REUTERS/Jason Bean/Pool
O.J. Simpson reage durante audiência para liberdade condincional 20/07/2017 REUTERS/Jason Bean/Pool
Foto: Reuters

Simpson disse em uma entrevista à AP que "a vida está boa".

Ele refletiu sobre o iminente 25º aniversário dos assassinatos de sua ex-esposa e o amigo dela amigo e os julgamentos criminal e civil subsequentes na entrevista na manhã desta segunda-feira.

Simpson foi inocentado dos homicídios em um julgamento criminal, mas mais tarde foi responsabilizado em um julgamento civil.

Feliz e saudável, ele está morando em Las Vegas, e nem ele nem seus filhos querem lembrar e falar sobre as mortes de sua ex-esposa, Nicole Brown Simpson, e do amigo dela, Ronald Goldman, no dia 12 de junho de 1994, disse ele à AP.

"Não precisamos voltar a reviver o pior dia de nossas vidas", disse, admitindo se tratar de um assunto de que "nunca mais tratarei. Minha família e eu avançamos para o que chamamos de 'zona sem negatividade'. Nós nos concentramos nas coisas positivas".

Simpson passou nove anos na prisão depois de ser condenado por roubo e sequestro em outro caso, relacionado a uma disputa sobre memorabília esportiva, e foi solto em 2017.

Em 1995 um júri o absolveu dos assassinatos de Nicole e Goldman, mas em 1997 ele perdeu uma ação civil de morte por negligência e um tribunal civil o forçou a pagar 33,5 milhões de dólares.

Ele disse à AP que tem sido bem tratado no Estado de Nevada e que está vivendo longe dos holofotes nacionais.

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