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O que é gestação por substituição? Casal gay celebra nascimento dos filhos gêmeos

Você conhece gestação por substituição? Saiba o método que vem ajudando a realizar o sonho de diversos casais pelo mundo; veja

26 mai 2025 - 17h05
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O que é gestação por substituição? Casal gay celebra nascimento dos filhos gêmeos
O que é gestação por substituição? Casal gay celebra nascimento dos filhos gêmeos
Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

Os brasileiros Siomar Parreira e Cassio Freitas, conhecidos como "Olar" nas redes sociais, estão vivendo um dos momentos mais marcantes de suas vidas: o nascimento dos filhos gêmeos. O casal celebrou recentemente a chegada dos meninos, fruto de um processo de reprodução assistida realizado nos Estados Unidos, e aproveitou para reforçar a importância da visibilidade de novas configurações familiares.

"Nos conhecemos em Milão, em 2019, e desde o começo falamos sobre o desejo de sermos pais. O mais incrível é que já naquele primeiro encontro mencionamos a ideia de ter gêmeos", revelam. Pouco tempo depois, em 2020, decidiram morar juntos no Brasil, onde, durante a pandemia, reinventaram seus negócios e fundaram uma bem-sucedida agência de eventos.

Foi nesse período desafiador que o desejo de formar uma família se intensificou. "Sempre quisemos ser pais. O mais impressionante foi que, antes mesmo de começarmos o processo, já sabíamos os nomes dos nossos filhos", dizem.

Brasil não permite

Impedidos pela legislação brasileira, que restringe a gestação por substituição a parentes de primeiro ou segundo grau, o casal optou por realizar o procedimento em Los Angeles, na Califórnia. A técnica escolhida foi a fertilização in vitro com gestação por substituição -- popularmente conhecida como "barriga de aluguel".

"No Brasil, esse processo só é permitido em condições muito específicas. Como nossas mães e minha irmã não poderiam passar por isso, buscamos alternativas fora do país, onde o procedimento é legal e regulamentado", explicam.

Após uma intensa pesquisa e troca de experiências com outros casais, Siomar e Cassio escolheram uma clínica especializada nos Estados Unidos. "O processo foi mais longo do que imaginávamos, mas seguimos com esperança e confiança. O mais difícil foi lidar com todos os detalhes burocráticos e emocionais envolvidos", relatam.

Sobre a escolha do sexo dos bebês, os dois revelam que sempre sonharam em ter dois meninos. "Foi uma decisão bem pensada, especialmente após um episódio que vivemos em um banheiro masculino. Isso nos fez refletir sobre como é importante criar espaços mais inclusivos para todos os tipos de família", explicam.

Não foi fácil

Ao longo da jornada, o casal também enfrentou preconceitos e questionamentos desconfortáveis - muitos relacionados à ausência de uma figura materna. "Algumas perguntas ainda machucam, como 'E a mãe?' ou 'Essa criança não vai ter mãe?'. Precisamos continuar falando sobre os diferentes formatos de família e desmistificando a reprodução assistida", afirmam.

Agora, com os filhos nos braços, Siomar e Cassio comemoram a realização de um sonho e esperam inspirar outras pessoas que desejam formar uma família fora dos modelos tradicionais. "A chegada dos nossos filhos é o momento mais feliz das nossas vidas. A paternidade já está nos transformando profundamente e reforça o quanto o amor é o que realmente importa", concluem.

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