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Novo trecho de 'Tremembé' mostra Marina Ruy Barbosa como Suzane von Richthofen

Série do Prime Video também revisita casos de outros criminosos que marcaram a história do país

12 set 2025 - 17h04
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Um novo trecho da aguardada série "Tremembé", inspirado no livro homônimo de Ullisses Campbell, foi divulgado nesta sexta-feira (12) pelo portal Adoro Cinema. Nas imagens, a atriz Marina Ruy Barbosa aparece caracterizada como Suzane von Richthofen, condenada pelo assassinato dos pais em 2002, em um dos casos criminais mais chocantes do Brasil.

Marina Ruy Barbosa como Suzane von Richthofen (Foto/Instagram/@adorocinema)
Marina Ruy Barbosa como Suzane von Richthofen (Foto/Instagram/@adorocinema)
Foto: Contigo

Na cena revelada, Marina interpreta Suzane em um monólogo sobre arrependimento e escolhas. Apesar de afirmar que gostaria de voltar atrás, a fala não traz menção à perda dos pais, mas sim às oportunidades desperdiçadas fora da prisão. A personagem lamenta o atraso nos estudos, mencionando vestibulares e a carreira que poderia ter seguido, como advogada ou diplomata, caso não tivesse cometido o crime.

A produção, que será lançada pelo Prime Video, vai além da história de Suzane e apresenta ao público a rotina de outros nomes conhecidos do presídio de Tremembé, no interior de São Paulo. Entre eles estão Elize Matsunaga, condenada por matar o marido; Sandra Regina, a "Sandrão"; o ex-médico Roger Abdelmassih; e Ana Carolina Jatobá, envolvida na morte da enteada Isabella Nardoni.

Segundo Ullisses Campbell, que também acompanhou de perto as gravações, o público poderá esperar atuações intensas e questionamentos profundos sobre a forma como a sociedade encara crimes reais. "Costumo dizer que essas histórias não são sobre eles, mas sobre nós. O crime real faz parte da cultura", afirmou o escritor em entrevista ao portal LeoDias.

Qual o impacto de "Tremembé" ao revisitar crimes reais?

A série promete despertar debates sobre justiça, memória e a influência que casos emblemáticos exercem no imaginário popular. Para Campbell, revisitar esses episódios não significa apenas relembrar tragédias, mas refletir sobre como a violência molda comportamentos e desperta curiosidade coletiva.

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