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No ar em Três Graças, vídeo de Juliano Cazarré gera polêmica: 'Vocês que estão gritando por diversidade'

Juliano Cazarré, o Jorginho de Três Graças, virou assunto por causa de um vídeo postado na web

2 dez 2025 - 10h03
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Responsável por viver o Jorginho de Três Graças, Juliano Cazarré virou assunto no X, antigo Twitter, por causa de um vídeo que o artista compartilhou em setembro no Instagram. Na gravação, o famoso fala sobre família e fascismo.

Juliano Cazarré, o Jorginho de Três Graças (Reprodução/TV Globo/Instagram)
Juliano Cazarré, o Jorginho de Três Graças (Reprodução/TV Globo/Instagram)
Foto: Contigo

"Não, a família não é a base do fascismo. Um pai, uma mãe e seus filhos não são a base do fascismo. Na verdade, é justamente o contrário. O fascismo é aquela ideologia que dá poder absoluto ao estado e poder nenhum ao indivíduo e a família", inicia o astro.

BUROCRATAS

"O fascismo é um estado organizado de cima para baixo, onde um punhado de burocratas, um punhado de políticos, um partido manda em toda a nação, regula cada miudeza da nossa vida, cada comportamento seu, tudo é regulado, comandado pelo estado", analisa o ator.

"Isso é o fascismo, é uma ideologia ateísta que coloca o estado no lugar de Deus. A família é o contrário. Um estado livre, uma nação livre é aquela que se organiza de baixo para cima. Dos indivíduos, da família para cima. Mais poder e mais liberdade para o indivíduo, mais poder e mais liberdade pras famílias e menos poder para aquele punhado de burocratas, de políticos que querem mandar na gente", declarou Juliano.

NAÇÃO

"Numa nação livre, os políticos é que tem os seus poderes diminuídos, limitados, mais liberdade para o cidadão comum. A família é justamente o contrário do fascismo. No fascismo todo mundo tem a mesma educação, todo mundo tem que pensar igual, o estado diz quais são as opiniões aceitáveis, quais são os comportamentos aceitáveis, quem pode falar, quem pode viver, quem deve morrer. Isso é o fascismo", seguiu o astro.

DIVERSIDADE?

"E a família, para vocês que estão aí a décadas gritando por mais diversidade, a família é a maior geradora de diversidade dentro de uma sociedade. Cada família tem a sua mistura de raças, de regiões, o pai é de um lugar, a mãe é do outro. A sua mistura de sotaques, os seus temperos, a sua hora de dormir, a sua hora de acordar, o seu time favorito, cada família tem um jeitão, uma cara, e é isso que dá diversidade a uma população", garantiu Cazarré.

"Ao contrário do fascismo, onde todo mundo recebe a mesma doutrinação estatal e tem que pensar igualzinho. Então, para de falar besteira, a família não é a base do fascismo, é todo o contrário. Viva a família, tenham famílias, construam famílias, nenhuma família é perfeita, mas é com famílias saudáveis que nós teremos uma nação saudável", finalizou o global.

Contigo Contigo
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