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Maíra Cardi é criticada após expor filha tomando banho com padrasto

Médico alerta sobre possíveis riscos à saúde emocional da criança, filha de Maira Cardi

15 set 2025 - 15h46
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Maíra Cardi está no centro de uma polêmica nas redes sociais ao mostrar que sua filha Sophia, de cinco anos, toma banhos de aproximadamente uma hora com o padrasto, Thiago Nigro. Em vídeos compartilhados, o marido aparece de cueca enquanto a menina está despida no banheiro, provocando críticas imediatas de internautas e especialistas. Segundo o site Mais Novela, o caso levantou discussões sobre os limites do cuidado familiar e a saúde mental da criança.

Maíra Cardi é criticada após mostrar filha tomando banho com o padrasto
Maíra Cardi é criticada após mostrar filha tomando banho com o padrasto
Foto: Mais Novela / Contigo

O médico especialista em saúde mental, Dr. Iago Fernandes, esclarece que o banho compartilhado não é necessariamente prejudicial, dependendo da idade da criança e do contexto. "Em bebês e lactentes, o banho em conjunto pode fortalecer vínculos de apego seguro, gerar sensação de cuidado e criar uma rotina de proximidade afetiva. O toque e a atenção do adulto são elementos positivos para o desenvolvimento emocional", explica o profissional.

No entanto, o especialista alerta para riscos quando a criança atinge idade escolar e pré-adolescência, período em que começa a desenvolver senso de privacidade, autonomia e identidade corporal. Nessa fase, práticas íntimas como banhos compartilhados podem gerar confusão sobre limites, constrangimento e desconforto. Dr. Iago lembra ainda ao Mais Novela que organizações de proteção infantil reforçam que qualquer exposição sexual ou violação de limites deve ser evitada. Além disso, há o cuidado prático: crianças em contato com água exigem supervisão constante devido ao risco de afogamento, conforme recomenda a American Academy of Pediatrics.

Quais são os possíveis danos à saúde emocional da criança?

Segundo o especialista, se a prática for repetida ou feita sem consentimento, pode causar confusão sobre fronteiras corporais, dificuldades em estabelecer limites pessoais e afetar a autoestima. A criança pode desenvolver sentimentos de vergonha ou constrangimento, que se refletem em evitar aparecer em público, ansiedade e problemas de imagem corporal. Por outro lado, casos isolados, feitos com afeto e respeito à vontade da criança, apresentam riscos significativamente menores. O ponto central, segundo Dr. Iago, é sempre respeitar os limites individuais da criança e priorizar seu bem-estar emocional.

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