Justiça toma medida drástica contra namorado de Sandy, acusado de fraude de R$2 milhões
Justiça proíbe namorado de Sandy, Pedro Andrade, de fracionar recibos médicos após investigação de fraude de R$2 milhões em reembolsos
Pedro Andrade, fundador do Instituto Pedro Andrade, uma clínica situada nos Jardins, em São Paulo, está envolvido em uma polêmica que ultrapassa as fronteiras do entretenimento. O empresário e atual namorado da cantora Sandy é alvo de uma investigação iniciada pela seguradora SulAmérica, que identificou possíveis fraudes em pedidos de reembolso de atendimentos médicos realizados na sua clínica.
A situação ganhou um novo episódio em fevereiro deste ano, quando a Justiça de São Paulo proibiu Pedro de fracionar recibos médicos, prática que é investigada no processo. A decisão foi confirmada pelo desembargador Miguel Brandi após análise de um recurso. Caso a medida seja descumprida, Pedro Andrade pode ser multado em até R$ 200 mil.
A defesa de Andrade negou as acusações e argumentou que os valores reembolsados pelas operadoras de saúde são direcionados diretamente aos pacientes.
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Entenda o caso
A auditoria interna da SulAmérica, realizada entre janeiro de 2022 e outubro de 2024, detectou um volume anormal de solicitações de reembolso associadas ao Instituto, somando R$ 2.787.447,11, dos quais R$ 2.306.754,53 já foram pagos pela seguradora.
Durante a sindicância, foram observados padrões suspeitos, como a repetição de valores e fracionamento Zé de notas fiscais - tática que, segundo a SulAmérica, seria usada para inflacionar os valores reembolsados, já que consultas ou tratamentos teriam valores desmembrados em várias notas, fazendo o montante final parecer menor em cada solicitação, mas aumentando o total reembolsado ao longo do tempo.
Para verificar o funcionamento da clínica e coletar provas, a equipe da seguradora realizou um atendimento simulado com o próprio Pedro Andrade. Apesar de ter pago R$ 3.500,00 pela consulta, a clínica emitiu uma nota fiscal dividida em partes menores, a primeira no valor de R$ 1.200,00, o que reforçou as suspeitas de práticas fraudulentas. Continue lendo aqui!