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Julgamento de chantagem: família de Schumacher pede sigilo nos depoimentos do caso

Família de Schumacher pede que depoimentos em julgamento sejam secretos; estado de saúde do ex-piloto é pouco conhecido

10 dez 2024 - 15h34
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Família de Schumacher pede que depoimentos em julgamento sejam secretos; estado de saúde do ex-piloto é pouco conhecido
Família de Schumacher pede que depoimentos em julgamento sejam secretos; estado de saúde do ex-piloto é pouco conhecido
Foto: Reprodução/Getty Images / Contigo

No mês de setembro, um ex-segurança de Michael Schumacher, ex-piloto da Fórmula 1, foi preso por chantagear a família, com ameaças de divulgar dados médicos para a imprensa. A família de Schumacher, portanto, pediu à Justiça que os depoimentos do julgamento do caso sejam dados em sigilo, para preservar seu atual estado de saúde.

Pedido da esposa

Os advogados de Corinna Schumacher, esposa de Michael, apresentaram um requerimento à Corte de Wuppertal, para que os depoimentos sobre o caso sejam colhidos de forma sigilosa. Caso a Justiça acate o pedido, o tribunal será esvaziado neste momento do julgamento.

"Uma moção foi apresentada pela família Schumacher para que partes do caso relacionadas ao estado de saúde do Sr. Schumacher sejam mantidas em segredo do público. Não vejo nenhuma razão pela qual o juiz não atenderia a esse pedido e isso significaria que o público seria convidado a deixar o tribunal quando esses detalhes fossem discutidos", informou Wolf-Tilman Baumert, porta-voz do tribunal de Wuppertal, em entrevista ao Daily Mail.

Informações restringidas

A família de Schumacher restringe informações sobre o estado de saúde do ex-piloto desde 2013, quando ele sofreu um grave acidente em uma estação de esqui. Atualmente, pouco se sabe sobre Michael, que vive na Suíça sob os cuidados de familiares.

Ameaças de ex-segurança

Ex-segurança de Schumacher desde antes do acidente, o alemão Markus Fritsche arquitetou o plano de chantagem quando percebeu que seria dispensado pela família. Na ocasião, ele roubou quatro dispositivos USB e dois discos rígidos da mansão do ex-piloto, que contavam com mais de 1.500 arquivos confidenciais - incluindo fotos, vídeos, listas de medicamentos e prontuários médicos.

Com os documentos em mãos e ao lado de dois cúmplices, Markus pedia à família o valor de 15 milhões de euros (aproximadamente R$ 96 milhões) para não divulgá-los. O trio foi preso no mês de setembro e, caso sejam considerados culpados após julgamento, podem continuar na cadeia por até quatro anos.

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