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Investigador particular diz que Whitney Houston foi assassinada

26 dez 2012 - 20h50
(atualizado às 20h52)
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O Google analisou mais de um trilhão de consultas para mostrar o que o mundo - e cada país - pesquisou em 2012. Dados de várias fontes, entre elas o Google Trends e ferramentas de dados internas, foram utilizados para gerar o ranking. Spam e consultas repetidas foram filtradas para desenvolver listas que melhor reflitam o "espírito da época" (Zeitgeist) neste ano
O Google analisou mais de um trilhão de consultas para mostrar o que o mundo - e cada país - pesquisou em 2012. Dados de várias fontes, entre elas o Google Trends e ferramentas de dados internas, foram utilizados para gerar o ranking. Spam e consultas repetidas foram filtradas para desenvolver listas que melhor reflitam o "espírito da época" (Zeitgeist) neste ano
Foto: Getty Images
Um investigador particular chamado Paul Huebl garante que, ao contrário da conclusão das investigações feitas em fevereiro, Whitney Houston foi assassinada, não vítima de morte acidental. E o detetive, um dos mais celebrados de Hollywood, ainda reforça: tem em mãos um vídeo que comprova sua tese. As informações são do jornal norte-americano National Enquirer.
 
"Tenho evidências que apontam Whitney como vítima de uma grande quadrilha de traficantes de drogas, responsáveis por enviar um bandidos para cobrar dela uma enorme dívida em drogas", afirmou Huebl, cuja investigação partiu de informações conseguidas por informantes do tráfico e por uma revisão cuidadosa sobre o relatório assinado pelo médico-legista - cuja conclusão para o óbito foi morte por afogamento acidental, ocorrida após consumo de cocaína.
 
O investigador afirma que, na véspera da morte, no dia 10 de fevereiro, a cantora recebeu uma pequena quantidade de cocaína no Beverly Hills Hotel, em onde estava hospedada em Los Angeles. "Estou cansada desta m****", ela teria dito, se referindo ao fato de não aguentar mais o assédio dos traficantes para que pagasse sua dívida com eles, cujo montante atingiria US$ 1,5 milhão. Mais: segundo Huebl, dois homens desconhecidos se juntaram a um grupo conhecido de Houston na ocasião.
 
"O corpo de Whitney mostra clássicas feridas de defesa, que teriam ocorrido quando ela lutava por sua vida", disse ele, reforçando sua tese de assassinato. No dia da morte, a cantora foi deixada sozinha em seu quarto de hotel por cerca de 45 minutos - e teria sido nesse momento que um ou dois assassinos adentraram o recinto, cena supostamente flagrada pelas câmeras de segurança do local. 
 
Fonte: Terra
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