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Filhas de humorista condenado por abuso infantil se pronunciam e chocam web

As filhas mais velhas do humorista Cristiano Pereira da Silva, se pronunciaram sobre a condenação do pai por abuso infantil

30 set 2025 - 14h57
(atualizado às 15h06)
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As filhas mais velhas de Cristiano Pereira da Silva, conhecido pelo personagem Jorge da Borracharia no programa A Praça é Nossa, do SBT, se pronunciaram após a condenação do pai a 18 anos de prisão por abuso sexual de uma criança de 7 anos. Caterine Pereira e Melissa de Freitas, frutos do primeiro casamento do humorista, usaram suas redes sociais para compartilhar a nota oficial divulgada pelo pai, na qual ele nega as acusações e afirma ser inocente.

Filhas de humorista condenado por abuso infantil se pronunciam e choca web / Reprodução: Instagram
Filhas de humorista condenado por abuso infantil se pronunciam e choca web / Reprodução: Instagram
Foto: Mais Novela

Em suas publicações, Caterine reforçou o laço familiar em meio à crise: "Somos amor, somos família! A verdade prevalecerá!". Já Melissa compartilhou o vídeo do pai publicado em 27 de setembro e comentou sobre a repercussão das notícias: "Notícias de abuso sexual sempre causam revolta, mas notícias falsas são o cúmulo. Que a justiça seja feita". Ambas buscaram, assim, mostrar apoio a Cristiano diante do caso.

Defesa de Cristiano Pereira da Silva

Em nota assinada pelo advogado Edson Cunha, o humorista afirmou que foi absolvido em primeira instância, quando a sentença reconheceu "a ausência de provas quanto à existência do fato ou mesmo de autoria, inocentando ele". O comunicado destaca ainda que os laudos periciais do Departamento Médico Legal do RS confirmaram a inexistência do fato, e que o delegado responsável à época não indiciou Cristiano, atuando como testemunha de defesa. O advogado ressalta que a decisão de segunda instância desconsiderou essas evidências e atribuiu peso a atestados produzidos unilateralmente pela acusação, sem respeitar o contraditório e a ampla defesa.

Diante da situação, a defesa pretende recorrer às instâncias superiores, mantendo a confiança na inocência de Cristiano Pereira: "Temos plena convicção da inocência de Cristiano Pereira, e confiamos no Poder Judiciário". A nota reforça que, segundo a Constituição Federal, "deve permanecer íntegro o princípio da presunção de inocência até o trânsito em julgado", ressaltando que o processo ainda corre em segredo de justiça e que a decisão final poderá ser revisada.

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Uma publicação compartilhada por Cristiano Pereira (@ocrispereira)

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