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Filha de Mauricio Mattar convive há anos com diagnóstico delicado: 'Um dia de cada vez'

Petra Mattar, influenciadora filha de Mauricio Mattar, surgiu em suas redes sociais para explicar seu diagnóstico e detalhar o tratamento

25 set 2025 - 14h22
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Petra Mattar, de 31 anos, utilizou de suas redes sociais nesta quarta-feira (24) para compartilhar com seus seguidores um desabafo sobre o seu diagnóstico. Por meio de um stories no seu Instagram, a filha de Mauricio Mattar relembrou quando recebeu o diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) aos 11 anos e desabafou sobre as dificuldades que enfrentou devido à condição.

Foto: Reprodução/Instagram / Mais Novela

"Vocês não fazem ideia do quanto o TDAH impactou minha infância, minha adolescência e impacta minha vida adulta até hoje. É muito frustrante. Sou diagnosticada desde os 11 anos. Antes de julgar uma criança/adolescente, ou de julgar o seu filho, perceba os sinais e o ajude-o com isso. Pode não ser uma criança desobediente ou mal educada. Pode ser TDAH", explicou, ao compartilhar uma notícia abordando o assunto.

Portanto, a influenciadora ainda destacou que o uso adequado dos medicamentos foi essencial para o aprimoramento de sua qualidade de vida. "Tiveram alguns anos escolares que eu só passei de ano por estar medicada. Sem medicamento, eu chegava a tirar nota 0,5/1 em provas de inúmeras matérias. Eu ficava de oito recuperações todas as vezes, sempre pegava prova final. Com medicamento, eu gabaritava todas as matérias, tirava literalmente 10 em todas as provas", relatou.

Obstáculos enfrentados

Entretanto, Petra também chamou atenção para o fato de que o tema tem ganhado mais espaço nas redes sociais, mas nem todos que se identificam com os sintomas receberam um diagnóstico. Em seguida, ela lamentou quanto aos obstáculos que enfrenta no seu dia a dia devido ao transtorno, como a dificuldade de terminar tarefas. "Rotina é importante pra gente. É ter a sensação constante de que a vida dos outros está rendendo e a nossa não. Fazer planos e largar no meio. Ter sonhos e largar no caminho. É não conseguir viver sob pressão, ser cobrado vira gatilho", contou.

"É uma impulsividade que assusta. Fazer coisas sem pensar no depois, ir dormir programando o dia seguinte e acordar sem conseguir fazer absolutamente nada. Eu queria muito ser diferente e não ter que conviver com meu TDAH, porque ele se mostrou na minha vida desde sempre e me impactou de diversas formas negativas até hoje. Mas aos poucos entendo minhas limitações e aprendo a conviver com elas da melhor forma. É realmente um dia de cada vez", finalizou.

Mais Novela
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