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Família de Juliana Marins precisa desistir da cremação no meio do velório; entenda

Família de Juliana Marins precisou desistir de cremar a jovem de 26 anos que faleceu no vulcão Rinjani, na Indonésia; brasileira está sendo velada em Niterói

4 jul 2025 - 11h43
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Está acontecendo nesta sexta-feira, 4, o velório da jovem Juliana Marins, que faleceu no vulcão Rinjani, na Indonésia, com apenas 26 anos. O corpo da publicitária está recebendo as últimas despedidas no Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, em Niterói. O público poderá ir até o local até meio-dia, depois, a cerimônia será exclusiva para familiares e amigos.

Reprodução/Instagram/G1 Rio
Reprodução/Instagram/G1 Rio
Foto: Márcia Piovesan

Família precisa desistir da cremação

A ideia inicial era que o corpo de Juliana fosse cremado a partir das 15h, porém, a família precisou desistir do processo. Em entrevista ao g1, o pai da jovem Manuel Marins informou que a Justiça não fez a liberação do corpo para ser cremado, isso porque o laudo da morte ainda se encontra incompleto:

"Pedimos ao juiz, por meio da defensoria pública, para que a Juliana pudesse ser cremada. Mas o juiz tinha dito não pois é uma morte suspeita, talvez, não sei se o termo é esse. Então ela teria que ser enterrada caso precisasse fazer uma exumação futura", explicou.

Defensoria permite cremação tarde demais

Ao chegar no local do velório, Manuel foi surpreendido pela informação de que a família poderia sim cremar o corpo. Porém, os parentes já haviam organizado a papelada no cemitério: "Agora de manhã, quando eu acordei, fui surpreendido com a informação de que a defensoria havia conseguido que ela fosse cremada. Mas já tínhamos decidido mesmo pelo sepultamento. Então ela vai ser sepultada".

A certidão de óbito emitida pela Embaixada do Brasil em Jacarta baseou-se na autópsia realizada pelos médicos na Indonésia, mas não declarou o momento exato da morte de Juliana, o que incomodou a família enlutada. O médico indonésio Ida Bagus Alit afirmou que a principal causa da morte foi uma fratura nas costas e no tórax.

O corpo de Juliana chegou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, nesta última terça-feira, 1º, e foi direto ao Rio de Janeiro. A família pediu para que a Defensoria Pública da União solicitasse uma nova autópsia em território nacional para comprovar a causa da morte da jovem. O laudo deve sair em sete dias.

Márcia Piovesan
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