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Executiva de sucesso abandona carreira para se dedicar a bruxaria: 'Desejo da alma'

Alline Lima deixou uma carreira internacional para se dedicar à espiritualidade e hoje lidera cursos de magia e autoconhecimento.

11 set 2025 - 13h37
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Por séculos, a imagem da bruxa esteve cercada de estigmas. Durante a Idade Média, mulheres acusadas de feitiçaria eram perseguidas, torturadas e executadas em praças públicas. Hoje, esse arquétipo ressurge em novas formas, muitas vezes associado ao autoconhecimento e à espiritualidade. No TikTok, a hashtag #WitchTok soma mais de 9 milhões de publicações, com vídeos sobre rituais, tarô e práticas místicas.

Alline Lima e seu coven
Alline Lima e seu coven
Foto: Imagem: Arquivo pessoal/Universa UOL / Contigo

Entre as mulheres que ressignificam a bruxaria está Alline Lima, paulistana de 44 anos, que decidiu deixar uma carreira em ascensão no mundo corporativo para seguir o chamado espiritual. Em entrevista à Bárbara Carvalho em colaboração para Universa, ela relatou que, embora tenha ocupado cargos de destaque em projetos internacionais de gestão e liderança, sempre sentiu que sua missão estava além do mercado executivo.

Alline recorda que resistiu por muito tempo à ideia de se dedicar integralmente à bruxaria, até que percebeu que o medo de mudar poderia se tornar um peso maior no futuro. Foi então que decidiu se entregar ao novo propósito.

O que mudou na vida de Alline ao se tornar bruxa?

A transição não foi abrupta, mas gradual. Alline viajou por países da América Latina e pela China, atuou em projetos de consultoria e liderança e chegou a representar a região em iniciativas globais. Porém, ao escolher a espiritualidade, sua vida passou a girar em torno do Instituto Mistae, escola fundada por ela que já conta com mais de 140 alunos.

Atualmente, Alline se apresenta como sacerdotisa de Hécate e ministra cursos de tarô, magia e vivências coletivas. Além disso, fundou um coven para manter os alunos conectados e escreveu o e-book Como se tornar uma bruxa. Para ela, abandonar o prestígio corporativo nunca foi motivo de arrependimento: "Hoje vivo exatamente o que sou e não sinto falta de outra vida", afirma.

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