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Especialista avalia reação de Gominho após morte de Preta Gil: 'Um novo ciclo'

De luto? Especialista analisa comentários de Gominho após famoso ser acusado de estar 'seguindo em frente rápido demais'; confira!

28 jul 2025 - 10h02
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A morte de Preta Gil (1974-2025) causou comoção geral, especialmente entre familiares e amigos mais próximos que a cantora fez ao longo da vida. Gominho, de 36 anos, foi um dos que mais acompanharam sua jornada nos últimos anos. Agora, ele tem dividido com o público o desafio de seguir em frente.

De luto? Especialista analisa comentários de Gominho após famoso ser acusado de estar 'seguindo em frente rápido demais'; confira!
De luto? Especialista analisa comentários de Gominho após famoso ser acusado de estar 'seguindo em frente rápido demais'; confira!
Foto: Márcia Piovesan

Nos últimos dias, o influenciador revelou que está procurando um novo apartamento no Rio de Janeiro. Pelo Twitter/X, ele explicou sua decisão em tom íntimo e emocional: "Dois anos à sombra dessa doença na pessoa que mais amo e meses vivendo um luto vivo", escreveu, referindo-se ao tempo que passou ao lado de Preta Gil durante o tratamento contra o câncer.

A atitude de Gominho gerou repercussão imediata nas redes sociais. Muitos o elogiaram pela coragem de compartilhar o processo de recomeço. Outros, no entanto, apontaram que ele estaria "seguindo em frente rápido demais". Mas, segundo o psiquiatra Dr. José Fernandes Vilas, essa é uma leitura superficial do processo de luto.

Em entrevista à CARAS Brasil, o especialista explica que a dor da perda se manifesta de formas diferentes em cada pessoa: "O luto é um processo profundamente individual e multifacetado", afirma o profissional. Ele acrescenta que, principalmente quando há uma convivência intensa com alguém enfrentando uma doença terminal, como foi o caso de Gominho e Preta Gil, o impacto é ainda mais  duradouro.

"Esse luto não começou no dia da morte, mas muito antes, de forma antecipatória. Começou no dia em que Gominho abandonou seu trabalho há 2 anos em Salvador para acompanhar a amiga abandonada pelo marido após o diagnóstico de câncer. A decisão de seguir em frente pode ser uma forma de manter viva a energia, a luz e a alegria que Preta representava para ele", pontua.

"Criamos um elo não só emocional, mas também físico, espacial e até simbólico", analisa o médico, ao comentar sobre como o ambiente onde se vive também carrega memórias da pessoa que partiu. Para ele, a busca por um novo lar pode representar uma tentativa legítima de se reconstruir após a perda.

"Mudar-se pode ser uma forma de respirar novos ares, se reorganizar internamente e marcar o início de um novo ciclo. Isso não significa ausência de dor, mas uma tentativa de encontrar novos contornos para uma vida que ficou marcada por um luto profundo", conclui.

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Márcia Piovesan
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