Entrevista | Evangélica, Ângela Bismarchi recusa proposta de milhões para conteúdo adulto e detalha nova profissão após morte trágica do filho: 'Passei sem cair em depressão'
Nesta entrevista ao Purepeople, Ângela Bismarchi relembra polêmicas e tragédias da vida pessoal e revela como aconteceu sua conversão. Confira a seguir.
Curvas milimetricamente esculpidas, presença marcante no Carnaval e cirurgias plásticas que ditavam moda, mas, também, causavam controvérsia: foi essa mistura cheia de nitroglicerina que transformou Ângela Bismarchi em uma das figuras mais comentadas na imprensa dos anos 2000.
Ângela ganhou fama ao surgir na Sapucaí com o corpo pintado com a bandeira do Brasil - a primeira de uma série de polêmicas. Em 2008, falou abertamente sobre a cirurgia de reconstrução do hímen, para dar a virgindade de presente ao então marido. Também apostou em uma carreira de cantora, com um cover do hit "Alô, galera de cowboy / Alô, galera de peão".
Como ninguém, ela sabia captar a atenção da mídia e do público para si, mas tudo isso não enchia mais seus olhos. Nos últimos anos, ela deixou de lado a persona que lhe rendeu holofotes e mergulhou em busca da essência de Ângela Filgueiras, carioca, a filha de Esmeralda, que completa 60 anos em 2026. Convertida à religião evangélica, dedicou-se aos estudos e se tornou bacharel em Teologia. Formada em Psicanálise, ela presta atendimentos psicológicos atualmente.
A transformação também foi impulsionada pelas tragédias que marcaram sua vida pessoal. Em 2012, enfrentou a trágica morte da irmã enquanto estava confinada em "A Fazenda". 10 anos depois, a maior das dores: Igor Filgueiras, seu único filho, morreu após incêndio em um hotel no Rio de Janeiro.
Ela não esmoreceu, transformou dor em aprendizado e, agora, divide isso com outras mulheres em palestras ao re...
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