Deolane Bezerra recebe visita inesperada na prisão e descobre nova dor de cabeça; entenda
A influenciadora foi notificada dentro da penitenciária sobre uma ação; veja
Presa na Penitenciária de Tupi Paulista, Deolane Bezerra foi notificada sobre um novo processo movido pelo delegado Paulo Gondim, da Operação Integration. O policial pede R$ 81 mil de indenização por danos morais após a influenciadora acusá-lo publicamente de abuso de autoridade e classificar a atuação policial como criminosa e ilegal. O caso tramita na Justiça de Pernambuco, e a empresária tem o prazo legal de 15 dias para apresentar sua defesa contra as acusações.
Deolane Bezerra foi surpreendida por uma visita inusitada enquanto está presa na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, em São Paulo. Na última sexta-feira (11), um oficial de Justiça foi até a unidade para entregar uma notificação à influenciadora, que agora terá de responder a uma nova ação judicial.
A responsável pelo processo é uma figura que já esteve diretamente ligada ao caso que levou Deolane à prisão. Trata-se do delegado Paulo Gondim, da Polícia Civil de Pernambuco, que presidiu o inquérito da Operação Integration. Segundo informações da colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, ele decidiu processar a empresária após declarações feitas por ela publicamente.
Deolane teria acusado o delegado de abuso de autoridade e classificado a atuação policial durante a investigação como uma prisão criminosa e completamente ilegal. As declarações fizeram com que Gondim recorresse à Justiça por considerar que sua honra e sua imagem profissional foram atingidas.
Delegado pede indenização de R$ 81 mil
Na ação, Paulo Gondim afirma que as declarações de Deolane ultrapassaram os limites e pede uma compensação de R$ 81 mil por danos morais. Agora, a influenciadora terá a oportunidade de apresentar sua defesa no processo.
A citação judicial precisou ser realizada dentro da própria penitenciária, já que Deolane permanece detida no interior de São Paulo. Depois de ser oficialmente comunicada sobre a ação, ela passou a contar com o prazo de 15 dias para apresentar contestação.
Apesar de a notificação ter ocorrido em Tupi Paulista, o processo será analisado pela Justiça de Pernambuco, estado onde teve origem a investigação da Operação Integration.
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