Conheça as diversas religiões dos famosos pelo mundo
15 jun2011 - 15h57
(atualizado às 16h40)
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Assim como a maioria das pessoas, os famosos pelo mundo possuem as mais variadas religiões. O ator Richard Gere, por exemplo, é um notório budista, que passa temporadas em templos vivendo como monje e defende os ideais da milenar prática de fé.
O cantor Freddie Mercury, morto em 1991, tinha uma religião ainda mais incomum para um cidadão ocidental: era um dos raros seguidores do zoroastrianismo, criado por um profeta na região do Irã no ano 600 A.C.
Pensando nas mais diversas práticas religiosas dos famosos, o Terra preparou uma galeria de fotos com detalhes sobre a fé de algumas personalidades bastante conhecidas, incluindo cabalistas, cientologistas, católicos, judeus e islamitas.
Montagem mostra o budista Richard Gere, o cientologista John Travolta, o seguidor do zoroastrianismo Freddie Mercury e a cabalista Madonna
O ator Richard Gere teve seu primeiro contato com o budismo em 1978, em uma viagem ao Nepal, e, de lá para cá, tem se tornado o maior porta-voz da religião em Hollywood. Além de seguir suas práticas há décadas, o astro também se tornou um notório defensor da independência do Tibet, território chinês que há anos luta para ser livre, chegou a ser banido do Oscar de 1993 por suas posições contra a China e pediu boicote das Olimpíadas realizadas no país em 2008
Foto: Getty Images
Apesar de não falar muito sobre o fato de ser judeu, o ator Ben Stiller já fez um filme em que interpretou um rabino - 'Tenha Fé', de 2000 - e, durante a cerimônia de entrega do Oscar de 2010, na qual apresentou a entrega do prêmio de melhor maquiagem fantasiado de 'Avatar', falou palavras em hebraico como se fossem parte da língua nativa dos habitantes do planeta retratado no filme
Foto: Getty Images
O músico que popularizou o reggae foi também o responsável por tornar conhecida no mundo a religião rastafari, de origem jamaicana. Mais de 10% da população do país caribenho se diz seguidora de seus preceitos, que incluem o uso sacramentado da maconha. Seus membros acreditam que Hailê Salassiê I, imperador da Etiópia, é a encarnação de Deus na Terra
Foto: Divulgação
Um dos maiores nomes da música pop da década de 1970, Cat Stevens se converteu ao islamismo em dezembro de 1977, adotou o nome Yusuf Islam e, após um show de despedida em 1979, ficou mais de cinco anos sem aparecer em público, vivendo apenas de seus milionários rendimentos com direitos autorais. Em 1995, voltou a lançar um disco de inéditas, o que não fazia desde 1978
Foto: Divulgação
O eterno vocalista do Queen, Freddie Mercury, morto em 1991, foi criado no zoroastrianismo, uma religião que foi a principal na região onde hoje é o Irã, mas que, atualmente, tem pouco mais de 100 mil seguidores no mundo. De fé monoteísta - seu Deus é Ahura Mazda -, ela foi criada no ano de 600 A.C pelo profeta Zoroaster
Foto: Getty Images
Nascido em Haifa com o nome de Chaim Witz, o linguarudo do Kiss, Gene Simmons, não fala muito sobre sua religião, mas é um notório defensor do sionismo. No mês passado, criticou a postura do presidente Barack Obama de propor Israel de devolver os territórios anexados pelo país na Guerra dos Sete Dias em 1967
Foto: Getty Images
No final da década de 2000, Gwyneth Paltrow teve depressão pós-parto após ter seu segundo filho. Encorajada por Madonna a seguir a cabala, a atriz se tornou grande adepta da prática mística judaica
Foto: Getty Images
O ator John Travolta se converteu à cientologia em 1975, religião criada pelo autor de ficção Ron Hubbard que se baseia na lógica de o ser humano ser imortal. Em 2009, o astro se envolveu em polêmica quando seu filho Jett morreu de convulsão, após o ator supostamente ter recusado a ele uma transfusão de sangue que contrariaria as normas de sua fé
Foto: Getty Images
A atriz Kirstie Alley se envolveu com a cientologia quando fez um tratamento para deixar seu vício em cocaína em um programa reabilitação afiliado à religião - o Narconon - e acabou convertida a ela. Em 2007, doou US$ 5 milhões à Igreja da Cientologia, até hoje bastante controversa, principalmente por negar tratamentos médicos tradicionais e por supostamente exigir muitas doações de seus seguidores
Foto: Getty Images
Assim como Kirtstie Alley, a atriz e cantora Julliete Lewis credita ao centro de reabilitação ligado à cientologia o fato de ter conseguido se livrar das drogas, quando tinha 22 anos - hoje ela tem 37. Desde então, se juntou à Igreja da Cientologia e se tornou completamente anti-drogas - o que também inclui remédios como antidepressivos, vistos como pseudociência pela religião
Foto: Getty Images
Criada no catolicismo romano, Katie Holmes começou a se envolver com a cientologia assim que começou a sair com Tom Cruise. Desde então, despediu seu empresário de longa data, contratou Jessica Rodriguez, vinda de uma família tradicional no grupo religioso, e se tornou porta-voz da nova fé
Foto: Getty Images
Por meio da atriz Sandra Bernhard, Madonna começou a se envolver com a cabala, área mística da religião judaica que investiga a natureza divina, em 1997. Seu sétimo álbum, 'Ray of Light', lançado no ano seguinte, refletiu essa mudança de fé da cantora, que, desde então, se tornou porta-voz da prática religiosa
Foto: Getty Images
Apesar de não ser muito praticante do judaísmo, a atriz Natalie Portman, nascida em Israel com o nome Natalie Hershlag, costuma afirmar que uma de suas prioridades na vida é criar seus filhos como judeus
Foto: Getty Images
Tom Cruise conheceu a cientologia em 1990 através de sua primeira mulher, Mimi Rogers, e se tornou um de seus maiores porta-vozes desde então, chegando a fazer lobby na Europa para que ela se tornasse oficialmente uma religião, como é considerada nos EUA desde 1994. Segundo ele, a cientologia o ajudou a superar a dislexia, problema que o afeta profissionalmente como ator
Foto: Getty Images
Apesar de ter nascido judeu e ter vivido em uma pequena comunidade de imigrantes da religião vindos da Europa, Bob Dylan se converteu ao cristianismo em 1978, logo após se divorciar de sua primeira mulher
Foto: Getty Images
Desde a infância, Roberto Carlos teve uma relação muito próxima com a Igreja Católica e sua falecida mulher Maria Rita era católica fervorosa, algo que o influenciou bastante. Diversas composições, como 'Jesus Cristo' e 'Meu Menino Jesus', escancaram essa fé. Supersticioso, há anos riscou do repertório o grande sucesso da década de 1960 'Quero que tudo vá para o inferno'