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Como está o bebê de Maíra Cardi? Médica analisa nova gravidez da influencer

Bebê de Maíra Cardi é o terceiro da influencer, que sofreu um aborto no começo desse ano; veja

27 abr 2025 - 10h35
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Como está o bebê de Maíra Cardi? Médica analisa nova gravidez da influencer
Como está o bebê de Maíra Cardi? Médica analisa nova gravidez da influencer
Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

Três meses após perder seu bebê com Thiago NigroMaíra Cardi anunciou que está grávida novamente! Neste sábado (25), ela utilizou suas redes sociais para contar que descobriu a gestação enquanto curtia uma viagem em Bahamas, arquipélago com mais de 700 ilhas no Atlântico Norte, ao lado da filha Sophia e do marido. Mas como está o bebê? 

Gravidez após aborto

Em conversa com a CONTIGO!, a ginecologista e obstetra Dra. Ludmila Bercaire explica que o tipo de aborto sofrido por Maíra Cardi é decisivo para saber quanto tempo ela deve esperar para gestar novamente. No caso da ex-BBB, ela perdeu o bebê na oitava semana: "Após aborto espontâneo nas primeiras 12 semanas: é indicado esperar pelo menos um ou dois ciclos menstruais (cerca de 1 a 3 meses) para que o útero e o corpo se restabeleçam".

Ou seja, a ex-esposa de Arthur Aguiar engravidou novamente no período esperado medicinalmente. "Fatores emocionais e a causa da perda também devem ser considerados. Estudos recentes mostram que engravidar logo nos primeiros meses não necessariamente aumenta riscos de uma nova perda — desde que a mulher esteja fisicamente e emocionalmente preparada e que não existam outras condições clínicas a serem tratadas / compensadas antes da nova gestação", explicou a profissional.

Engravidar três meses após a perda: é seguro?

Segundo Ludmila, na maioria dos casos esse cenário é normal e saudável. Mas, para isso, é importante observar:

  • O aborto anterior foi completo e sem complicações?
  • A mulher está fisicamente recuperada (sem anemia, deficiências nutricionais, infecções ou sequelas)?
  • Ela se sente emocionalmente pronta para uma nova gestação?

"Se essas respostas forem positivas, os riscos não são maiores apenas por conta do tempo. Contudo, se houver sequelas uterinas ou causas não tratadas (como infecções, trombofilias ou má-formações uterinas), o risco de complicações como novo aborto, parto prematuro ou descolamento de placenta pode ser mais alto", disse.

Cuidados necessários

A obstetra ainda indica que seja feita uma bateria de exames antes de tentar gestar novamente:

  • Hemograma completo - avalia anemia e infecções;

  • Ultrassonografia transvaginal - checa a condição do útero e ovários após a perda;

  • Dosagens hormonais - hormônios como FSH, LH, progesterona, prolactina, TSH e T4 livre influenciam no ciclo menstrual e na chance de gestação natural;

  • Sorologias - verificam infecções como toxoplasmose, rubéola, HIV, hepatites, entre outras, que são essenciais no acompanhamento pré-natal;

  • Coagulograma - indicado se houver suspeita de distúrbios de coagulação; ou pesquisa de trombofilias se houver perdas gestacionais recorrentes (dois ou mais abortos espontâneos);

  • Investigação genética - sugerida em casos de perdas recorrentes e muito precoces;

  • Avaliação aprofundada da anatomia uterina - exames como histeroscopia ou ressonância, se necessário, em casos de perdas recorrentes ou suspeitas de malformações uterinas, adenomiose ou endometriose, por exemplo

"Além disso, a suplementação de vitaminas e minerais, como o ácido fólico é essencial pelo menos um a três meses antes de engravidar, para prevenir malformações no bebê e perdas gestacionais", acrescentou a especialista. "Mais do que prazos e protocolos médicos, é essencial respeitar o tempo emocional de cada mulher. A nova gestação deve ser planejada não apenas com o corpo, mas também com a mente preparada para a nova história que se inicia".

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