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Charlene Wittstock: de campeã de natação à alteza de Mônaco

27 jun 2011 - 15h56
(atualizado às 18h40)
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Charlene Wittstock, 33 anos, é uma ex-campeã de natação sul-africana de origem zimbabuana que se tornará Alteza Sereníssima depois de seu casamento com o Príncipe Albert II de Mônaco, herdeiro de uma dinastia que reina desde 1927. Loira, alta, de olhos azuis, sorridente, Wittstock conheceu seu futuro marido em 2000, em Monte Carlo, onde participou de uma competição internacional de natação.

Galeria de fotos: Veja fotos de Charlene Wittstock, noiva do príncipe Albert II

Nascida em 25 de janeiro de 1978, em Bulawayo, segunda maior cidade do Zimbábue, a jovem demonstrou que sabe esperar e que tem paciência, determinação e entrega necessárias para se tornar a princesa soberana de uma das últimas monarquias europeias. A futura princesa, que cresceu à beira de uma piscina, instalou-se há cinco anos em Mônaco e foi apenas há um ano que recebeu o esperado anel de compromisso.

Nesse período, a menina musculosa e forte, que vestia roupa esportiva e calçava sandálias, tornou-se uma bela mulher, de silhueta esbelta e elegante, vestindo criações de estilistas como Giorgio Armani, que desenhou seu vestido de noiva. Charlene, cuja mãe praticou nado de nível olímpico e foi treinada a princípio por seu pai, começou a nadar aos três anos e, aos oito, descobriu sua paixão por esse esporte determinante em sua vida.

Começou a chamar a atenção por sua destreza no início dos anos 1990, em campeonatos menores da África do Sul. Aos 17 anos, instalou-se em Durban para acompanhar o treinador Graham Hill e, em 2000, representou a África do Sul nos Jogos Olímpicos de Sidney.

Em 2002, ganhou três medalhas de outo na Copa do Mundo, nos 50 metros e 100 metros de costas e nas provas de 4 por 100 metros. Uma lesão nas costas a manteve afastada das competições, mas sua popularidade não foi afetada, já que a imprensa sensacionalista aproveitou cada uma de suas aparições com o príncipe de Mônaco.

Foi vista pela primeira vez junto a Abert em 2001, em Monte Carlo. Em 2006, suas aparições conjuntas se multiplicaram. Primeiro nos Jogos Olímpicos de Turim, em fevereiro, e, em maio, no Gran Prix de Fórmula 1 de Mônaco.

Mas para Albert, os comentários da imprensa eram prematuros. Iniciou processos judiciais contra a revista francesa Paris Match, que publicou uma reportagem intitulada Albert e Charlene, uma antecipação da lua-de-mel, ilustrada com fotos de ambos durante férias nas Ilhas Maldivas. Charlene, que se instalou há vários anos em Mônaco, sempre resistiu às pressões da imprensa sensacionalista, que acompanha de perto todos seus movimentos.

Quando é questionada, diz ser "aberta e positiva". Gosta de viajar pela Europa, especialmente Itália, França e Espanha, e esteve comprometida com ações humanitárias. Mas, sobretudo, diz que "adora" crianças, o que é bem visto pelos habitantes de Mônaco.

Recentemente, a futura mulher do príncipe Albert de Mônaco declarou ao jornal francês Journal de Dimanche que deseja ter um filho rapidamente. "Adoro crianças. Formar uma família está em nossos projetos. Esperamos ter um filho em breve", disse a noiva, adiantando que pensa dar a seus filhos treinos esportivos para "dar um sentido a suas vidas".

Charlene em evento realizado na Catedral Notre Dame, em Mônaco, em 2010
Charlene em evento realizado na Catedral Notre Dame, em Mônaco, em 2010
Foto: Getty Images
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