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Carlinhos Maia ou Lucas? Especialista revela com quem ficará fortuna de 300 milhões

Advogada explica como ficará a divisão e a fortuna de 300 milhões do ex-casal de influencers Carlinhos Maia e Lucas Guimarães; confira mais

30 jul 2025 - 09h08
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Carlinhos e Lucas
Carlinhos e Lucas
Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

Fim do romance! No início desta semana, os influenciadores digitais Carlinhos Maia e Lucas Guimarães surpreenderam os seus fãs ao anunciarem que não estão mais juntos.

Os famosos, que estavam juntos há cerca de 15 anos e oficializaram a união em 2019, fizeram o anúncio publicamente em suas respectivas redes sociais. Eles compartilharam algumas imagens antigas e explicaram a decisão em comum acordo.

"Agora seguiremos separados. Estamos finalizando este ciclo em paz, sem brigas e sem caos. Sendo maduros, e escrevendo juntos este texto para todos que nos amam e nos apoiam".

Qual é a fortuna?

Conforme divulgou o portal Leo Dias, Carlinhos e Lucas teriam uma fortuna avaliada em quase 300 milhões de reais e se casaram em comunhão parcial de bens. Como pode ficar esta divisão agora que decidiram romper?

"Considerando o Regime de bens eleito pelo casal, os bens que foram adquiridos durante a constância do casamento devem ser divididos igualmente. Isso inclui imóveis, empresas, investimentos, automóveis, direitos autorais e lucros obtidos no período da união. Lembrando que dívidas também são partilháveis, pois fazem parte da composição do patrimônio. Assim, se a fortuna de R$ 300 milhões foi construída majoritariamente após o casamento, ela poderá ser dividida em partes iguais. No entanto, bens que cada um já possuía antes do casamento, heranças e doações recebidas individualmente permanecem como patrimônio exclusivo de quem os recebeu", disse a advogada Hellen Moreno à Contigo.

Questionada sobre quando essa divisão passa a valer, a especialista dm direito de família confirmou que a partilha acontece a partir do casamentos dos influencers.

"A divisão de bens no regime de comunhão parcial só se aplica a partir do casamento, ou seja, neste caso, a partir de 2019. O tempo de relacionamento anterior, mesmo que longo, não gera automaticamente efeitos patrimoniais, salvo se reconhecida união estável anterior ao casamento. Para isso, seria necessário que o casal tivesse vivido publicamente como se casados fossem, com convivência duradoura, contínua e com intenção de constituir família, e isso precisaria ser reconhecido judicialmente, demonstrando que os requisitos legais foram atendidos", falou ela.

"É importante lembrar que, além da partilha de bens, o processo de separação pode envolver questões sensíveis relacionadas a contratos profissionais, empresas em comum, direitos de imagem e até compromissos publicitários firmados em conjunto. Casais com grande exposição pública e patrimônio elevado geralmente enfrentam uma separação que vai muito além da esfera emocional, até a uma complexa reorganização financeira e contratual envolvida", ressaltou a advogada Hellen sobre os bens do ex-casal de artistas.

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