Campeã do ‘BBB19’ mostra elegância e respeito à igreja ao se casar com empresário
Paula von Sperling dá lição às celebridades que exageram no visual para ser ‘fashion’ e chamar a atenção da mídia
“Vista-se mal e lembrarão do vestido, vista-se impecavelmente e lembrarão da mulher.”
Paula von Sperling seguiu à risca o conselho de Coco Chanel. Tornou-se uma das noivas mais elegantes do ano.
Usou um vestido da marca espanhola Rosa Clará ao se casar com o empresário Pedro Ismael no sábado, dia 11, em Petrópolis (RJ).
A peça une a alfaiataria nupcial clássica com o minimalismo. O decote canoa e as mangas longas geram sobriedade e sofisticação.
Lembra o traje usado pela ex-atriz Meghan Markle, criado por Clare Waight Keller, da Givenchy, na união com o príncipe Harry.
Paula acertou ao optar pelo ‘menos é mais’: mais elegância, mais requinte, mais atemporalidade e mais respeito ao ambiente da igreja.
Diferentemente de tantas famosas que confundem o cortejo até o altar com uma extravagante passarela de moda.
Paula parece ter compreendido algo que muitas figuras públicas insistem em ignorar: etiqueta não é sinônimo de conservadorismo, e sim de adequação.
Em uma cerimônia religiosa, a roupa não deve competir com o altar, com os símbolos da fé ou com o significado do compromisso assumido diante da família e dos convidados.
O problema é que parte do universo das celebridades transformou casamentos em uma disputa silenciosa de vaidade.
Quem ousa mais, quem chama mais atenção, quem usa o vestido mais caro e produz as imagens mais comentadas nas redes sociais.
Nesse jogo de exibição, o matrimônio deixa de ser um rito tradicional para virar apenas cenário de fotos e vídeos destinados ao Instagram.
Ao escolher a discrição em vez do espetáculo, Paula von Sperling oferece uma rara lição de estilo e também de respeito à instituição do casamento religioso.
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