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BRUTAL! Após fazer piada, garoto de 14 anos é espancado na escola e perde parte do crânio

Após fazer piada, garoto de 14 anos é espancado na escola, perde parte do crânio e leva 60 grampos na cabeça; entenda

8 set 2025 - 15h21
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Um adolescente de apenas 14 anos segue internado após sofrer um ataque extremamente violento dentro de uma escola de ensino fundamental em Kilgore, no Texas (EUA). O episódio aconteceu no dia 21 de agosto, durante o horário de almoço, e deixou Lukas Hardeman com ferimentos graves. O jovem perdeu partes do crânio e passou por cirurgias complexas recebendo mais de 60 grampos na cabeça.

Reprodução
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Foto: Contigo

De acordo com os familiares, tudo começou depois que Lukas fez uma piada no refeitório, o conteúdo da brincadeira não foi revelado nos documentos do caso. Em seguida, outro estudante teria "o pegado e jogado no chão", provocando o impacto da cabeça do adolescente contra a estrutura metálica de um banco. O choque resultou em múltiplas hemorragias cerebrais e no cérebro, exigindo procedimentos médicos de emergência.

O pai se pronuncia

O pai, Michael Hardeman, relatou em entrevista à emissora KLTV o drama que o filho vem enfrentando desde então. "Ele está envergonhado. Ele está machucado. Ele está lutando", desabafou.

Após o acidente, Lukas foi transferido para a UTI de um hospital pediátrico em Dallas, onde permanece sob cuidados intensivos. Para ajudar nos custos médicos e na estadia da família na cidade, os parentes realizam uma vaquinha on-line. A mobilização já arrecadou mais de US$ 40 mil (aproximadamente R$ 216 mil).

Na descrição da campanha, os pais destacam o impacto que a tragédia trouxe à rotina da família:

"Esse trauma repentino virou nossas vidas de cabeça para baixo. Tipo que viaja horas de casa para estar com Lukas, deixando de trabalhar e nos hospedando em hotéis para apoiá-lo neste momento crítico."

Repercussão do caso

O caso gerou grande comoção na comunidade escolar e obrigou o distrito de Kilgore a convocar uma reunião emergencial para debater medidas de segurança. Segundo informações locais, apenas entre os dias 20 e 21 de agosto foram registradas três chamadas de emergência em escolas da região, aumentando a preocupação de pais e responsáveis.

Durante o encontro, uma mãe expressou o temor que tomou conta das famílias após o episódio:

"Pela primeira vez, sinto medo de mandar meu filho para a escola."

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