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Arthur Schopenhauer, filósofo: 'A solidão é o destino de todos os espíritos nobres: às vezes eles a anseiam, mas sempre a escolhem como o menor dos males'

O pai do pessimismo sabia como era difícil ser feliz no século XIX, e, dois séculos depois, enfrentamos o mesmo problema

12 mai 2026 - 10h33
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Arthur Schopenhauer, filósofo: 'A solidão é o destino de todos os espíritos nobres: às vezes eles a anseiam, mas sempre a escolhem como o menor dos males'.
Arthur Schopenhauer, filósofo: 'A solidão é o destino de todos os espíritos nobres: às vezes eles a anseiam, mas sempre a escolhem como o menor dos males'.
Foto: Reprodução, Wikimedia Commons / Sam Badmaeva via Unsplash / Purepeople

Talvez você conheça um pouco Arthur Schopenhauer e ache que ele é um tanto pessimista. Ele é mesmo. Na verdade, o filósofo alemão é considerado o pai do pessimismo filosófico moderno e, em sua coletânea de escritos "Parerga e Paralipomena", onde constam seus famosos "Aforismos sobre a sabedoria da vida", ele afirma que a vida oscila entre o sofrimento e o tédio. 

Agora pense no capitalismo e me diga se não te soa um pouco familiar isso de que sofremos porque não temos o que desejamos e, quando conseguimos, sentimos tédio porque já alcançamos o que queríamos. 

Schopenhauer nos avisa que não nascemos para ser felizes porque somos movidos por um desejo incessante. "Há apenas um erro inato: pensar que existimos para ser felizes", assinalava em 'O Mundo como Vontade e Representação'. 

Ele refletiu muito sobre a felicidade durante suas reflexões, tanto que chegou a inventar o termo "eudemonologia", a arte de ser feliz, e desenvolveu algumas regras de felicidade que foram compiladas há oito anos no livro 'A Arte de Ser Feliz'. Na regra 22, ele já deixava claro: "Viver feliz só pode significar viver o menos infeliz possível". 

A solidão para encontrar um pouco de felicidade

Para Schopenhauer, a felicidade é a ausência de sofrimento, já que uma felicidade perfeita é impossível e só podemos aspirar a viver da forma menos dolorosa possível. 

Mas, se continuarmos lendo seus escritos, também podemos extrair uma interpretação um pouco mais esperançosa, pois, para o filósofo alemão, "a maior feli...

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