Aos 52 anos, Adriane Galisteu revela o desejo de ter mais um filho
Mãe de Vittorio de 15 anos, Adriane Galisteu revelou o seu desejo de ser mais novamente
Aos 52 anos, Adriane Galisteu voltou a falar com franqueza sobre um desejo íntimo que ainda carrega: a vontade de aumentar a família. Em conversa recente com João Silva, a apresentadora comentou como a maternidade marcou profundamente sua trajetória pessoal e emocional. Mãe de Vittorio, hoje com 15 anos, ela reconheceu que sente uma pontinha de frustração por não ter vivido essa experiência mais de uma vez, embora trate o assunto com leveza e sinceridade.
Fruto do relacionamento com o empresário Alexandre Iódice, Vittorio ocupa um lugar central na vida da comunicadora. Galisteu afirmou que foi a partir da chegada do filho que descobriu uma versão de si mesma até então desconhecida. Durante a entrevista, ela resumiu esse sentimento ao dizer: "Ser mãe é o melhor papel que eu faço". Segundo a apresentadora, a maternidade trouxe propósito, transformação e uma nova forma de enxergar prioridades, tanto na carreira quanto na vida pessoal.
Um desejo que ainda existe
Ao relembrar os primeiros anos do filho, Galisteu contou que não viveu grandes perrengues comuns à fase inicial. "Eu não fiquei uma noite sem dormir quando ele era bebê", revelou, explicando que a maior dificuldade foi a amamentação, já que o menino precisava ser acordado para mamar. Apesar da experiência positiva, ela contou que a ideia de ter outro filho chegou a ser debatida em casa, mas não avançou. Com bom humor, disparou: "O problema é que o meu marido não quer", deixando claro que o assunto já foi pauta entre o casal.
Durante o bate-papo, a apresentadora também citou Claudia Raia, que se tornou mãe novamente aos 55 anos, como um exemplo que a fez refletir sobre possibilidades e escolhas. Ainda assim, ponderou que decisões como essa exigem alinhamento familiar. Galisteu aproveitou o momento para mencionar a perda de Ayrton Senna (1960-1994), lembrando o impacto que a morte do piloto teve em sua visão de mundo. Segundo ela, a experiência reforçou a importância de viver intensamente e valorizar as relações. "A gente tem a obrigação de ir atrás dos nossos sonhos, principalmente os que estão próximos", concluiu, destacando a importância de estar presente para quem se ama.