Antes de morrer, Isabel Veloso deixou mensagem sobre como a família deveria lidar com o luto
Isabel Veloso, que faleceu aos 19 anos vítima de um linfoma de Hodgkin, gravou um depoimento emocionante antes da morte; confira
A morte da influenciadora Isabel Veloso, ocorrida no último sábado (10), comoveu as redes sociais após sua longa e pública batalha contra o câncer. Isabel, que deixou o marido, o empresário Lucas Borbas, e o filho Arthur, de apenas um ano, já havia refletido sobre o fim de sua jornada em uma participação recente em um podcast, onde revelou seus desejos sobre como as pessoas que ama deveriam seguir adiante após sua partida.
O conselho sobre ajuda psicológica e apoio emocional
Durante a entrevista, ao ser questionada sobre como gostaria que sua família enfrentasse o momento da morte, Isabel demonstrou uma serenidade impressionante. A influenciadora foi enfática ao dizer que ninguém deveria tentar atravessar o luto sem auxílio especializado, destacando a importância da saúde mental em processos traumáticos.
Busca por profissionais: Isabel sugeriu que os familiares procurassem psicólogos e psiquiatras. "Você ter um apoio emocional, ter alguém para conversar de uma forma que entende realmente da mente humana... Você não deve ficar sozinho", afirmou a jovem na ocasião.
Aceitação da dor: Para ela, o luto não deveria ser evitado, mas sim sentido profundamente para que a cura ocorresse. "Quero que sintam o luto, porque você precisa sentir a dor para se curar", completou.
O fim do sofrimento físico e a cura emocional
Isabel Veloso também abordou a perspectiva do alívio diante de um quadro clínico terminal. Com a maturidade de quem conviveu anos com o linfoma de Hodgkin, ela declarou ter certeza de que sua família preferiria vê-la descansando do que em um estado de sofrimento contínuo. "Eu tenho certeza que eles preferem que eu não fique sofrendo do que eu ficar aqui vegetando e sofrendo o tempo todo", desabafou.
Apesar da clareza, a influenciadora admitiu que, se estivesse no lugar de quem fica, também sentiria o impacto devastador da perda, mas reforçou que o controle e o amparo seriam os únicos caminhos possíveis. O legado de Isabel, marcado pela transparência sobre sua doença, agora serve como um guia para Lucas e para seus pais e irmãos, que tentam processar a despedida precoce da jovem de 19 anos.
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