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Alexandre de Moraes decreta prisão domiciliar de Bolsonaro: 'A Justiça não permitirá'

Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes toma atitude e resolve prender Bolsonaro semanas após tornozeleira eletrônica

4 ago 2025 - 19h25
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Ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL) teve sua prisão domiciliar decretada por Alexandre de Moraes nesta segunda-feira (4). Há semanas usando tornozeleira eletrônica, agora ele ficará totalmente recluso, sendo proibido de receber visitas ou usar o celular.

Bolsonaro
Bolsonaro
Foto: Reprodução/Instagram / Márcia Piovesan

Na decisão, o magistrado acusa o político de utilizar redes sociais de aliados para continuar fazendo declarações que fomentem manifestações de seus apoiadores. Ele definiu a movimentação como "claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro".

"O descumprimento das regras da prisão domiciliar ou qualquer uma das medidas cautelares implicará na sua revogação e na decretação imediata da prisão preventiva, nos termos do art. 312, 1º, do Código de Processo Penal", iniciou Alexandre de Moraes.

Além disso, ele completou sobre a decisão de prender Bolsonaro: "A Justiça não permitirá que um réu faça de tola, achando que ficará impune por ter poder polpitico e econômico. A Justiça é igual para todos. O Réu que descumpre deliberadamente as medidas cautelares-pela segunda vez0 deve sofrer as consequências".

Por conta disso, o ex-presidente está proibido de receber visitas, com exceção de seus advogados; também não pode utilizar celulares, tirar fotos ou gravar imagens; está proibido de usar celulares, direta ou indiretamente e também não pode manter contatos com embaixadas e autoridades estrangeiras.

Márcia Piovesan
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